terça-feira, 31 de julho de 2018

Mais uma vez, Facebook e a censura politicamente correta

As maiores redes sociais tornaram-se um ambiente hostil à liberdade de expressão há um bom tempo. O Facebook, em mais de uma ocasião, retirou do ar dezenas de páginas católicas, censurou grupos de rock (como "Madison Rising") conservadores, excluiu páginas de direita e apagou perfis, sem justificativas que não o claro viés ideológico. Essa é a realidade - e a situação se torna mais grave.

Neste mês, o Facebook removeu cerca de 190 páginas brasileiras conservadoras ou de direita, supostamente ligadas ao grupo MBL e à divulgação de "Fake News". Este movimento da principal rede social é a concretização do que todos os conservadores já sabiam - a esquerda percebeu que está perdendo a guerra cultural, e precisa criar mecanismos de justificação da censura contra toda e qualquer opinião dissidente. A narrativa sobre as "Fake News" é apenas mais um ensaio de "tribunais-espetáculo" - a única mentira repetida dia e noite é a doença mental do socialismo chique da Califórnia ou das esquerdas "Biutiful Pípou" dos bairros chiques do Rio de Janeiro. A imundície socialista não tolera críticas, que agora são definidas, antes até de serem pronunciadas, como "falsas". Ora, até mesmo perfis pessoais foram deletados, ou páginas oficiais de movimentos, como a página regional do MBL no Rio de Janeiro. Esse é o tamanho do cinismo dos censores.

Centenas de outros perfis sofrem censuras sistemáticas - entre eles, os de propriedade de Indiana Ariete, por exemplo, ou os perfis de apoiadores de Bolsonaro, ou mesmo perfis de sátiras contra a esquerda, como a infame "Editora Humanas". Não se trata de "Fake News" - o que passará a existir nas maiores redes sociais é, pura e simplesmente, a censura contra toda opinião conservadora, genuinamente liberal ou de críticas às vacas sagradas do socialismo ou do politicamente correto californiano. Este é o 1984 imposto por Hippies sexualidade duvidosa.

O único que entendeu rapidamente a situação dos conservadores brasileiros foi Olavo de Carvalho. O autor avisou o movimento a respeito do perigo de uma grande imprensa totalmente ocupada pelo marxismo e da inexistência de qualquer concorrência, grande ou pequena, conservadora. O filósofo também falou dos riscos de redes sociais totalmente alinhadas com as diretrizes de censura do politicamente correto (e esse é o caso para o Twitter e o Facebook). Olavo sugeriu a criação de redes sociais conservadoras (como o projeto The Real Talk), mas nenhum direitista importante deu atenção a esses apelos. Este foi um erro fatal - é muito fácil, hoje, silenciar todos os principais veículos de articulação dos movimentos de direita. Mais do que nunca, é necessário ouvir Olavo, porque, inquestionavelmente, ele tem razão.

Veja na íntegra - Bernardo Pires Küster comenta censura politicamente correta promovida pelo Facebook:

sábado, 30 de junho de 2018

O único erro de Jair Bolsonaro

Jair Bolsonaro tem alguma chance de vencer as eleições, pelo massivo apoio popular que conquistou ao longo dos anos, através de uma carreira absolutamente limpa dos tão conhecidos crimes da administração pública nacional. O militar apoia medidas econômicas sensatas, defende a aproximação do Brasil com parceiros comerciais produtivos - entre eles, Israel e os Estados Unidos - e é um corajoso propagandista das liberdades individuais, assim como da devolução do direito à legítima defesa aos cidadãos comuns do país. Os outros candidatos querem seguranças para si - Bolsonaro quer que os brasileiros comuns tenham novamente o seu direito à segurança e à proteção de suas vidas e famílias. Os demais, e seus partidos, querem apenas a proteção da vida dos assassinos e traficantes. Qual é o erro de Bolsonaro?

O Brasil possui uma casta burocrática parasitária e infinitamente vaidosa - também possui um público acadêmico e midiático igualmente vaidoso, igualmente parasitário (lembremos: até agora, as universidades brasileiras não tiveram a capacidade de produzir um Nobel sequer) e mosntruosamente apegado às aparências, em especial, à afetação de bom-mocismo. Ser absolutamente franco significa que você dirá coisas desagradáveis quando necessário, e que você irá mandar adversários "à merda" ou sugerir que calem suas preciosas bocas quando igualmente necessário. É isso o que Bolsonaro faz. Mais uma vez - qual é o erro de Bolsonaro?

Todos os países normais sabem reconhecer grandes líderes políticos. Todos os países normais reconhecem que líderes, mesmo que sejam brutais, são capazes de conquistas memoráveis e de vitórias inquestionáveis. Falar a verdade, ainda que de maneira impiedosa, é uma virtude - essa é a atitude dos americanos para com a imagem de Patton e a atitude dos russos diante de Lenin, que ofendia seus inimigos em público ou nas páginas do Pravda (às vezes de forma justa, muitas vezes de forma injusta). Ser sincero de verdade ofende, e nenhuma dose de lubrificante politicamente correto ou beletrista irá mudar este fato. Os países normais reconhecem a verdade nos grandes líderes - ainda que suas palavras ofendam - mas o Brasil não é um país normal. É um país de veadinhos acadêmicos e de parasitas travestidos de jornalistas, e de uma classe empresarial que pensa que esse modo de vida é uma espécie "civilização gentil". É um país que vive a ditadura totalitária do "o que será que o vizinho irá pensar".

O erro de Bolsonaro, caro leitor, não é mandar seus inimigos (que são os inimigos do Brasil de verdade, que não é o Brasil da mídia, nem das grandes cidades e tampouco do fedor da bíutiful pípou carioca) à merda. Não é chamar seus inimigos de lixo, de escória e de degenerados - que é o que esses indivíduos e seus partidos realmente são. É ter nascido no Brasil, país que despreza a honestidade, a virilidade e todas as demais virtudes militares, aquelas que constroem nações - algo que o Brasil não é, ainda. O erro de Bolsonaro é ter nascido no Brasil, país que despreza o valor e ama a aparência de valor, que cultua o rótulo de sofisticação que envolve a boa e velha merda de mentalidade brasileira. Esse é, afinal, o território do qual falava Lima Barreto.

Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho fala sobre Jair Bolsonaro:

sábado, 9 de junho de 2018

Bolsonaro, a ditadura burocrática e a Revolução Brasileira

Até 2018, a grande mídia debochava da hipótese de uma vitória eleitoral de Bolsonaro para a presidência. Hoje, essa vitória é algo próximo de uma certeza - caso haja eleições abertas e auditáveis. A casta burocrática não pode permitir (e não permitirá) que isso aconteça, e é precisamente por isso que os vermes do alto escalão do Judiciário fizeram questão de acabar com a legislação que impunha o voto impresso - o único que poderia ser verificado, caso houvesse suspeita de fraude. O fim do voto impresso não é apenas "mais um golpe": é o estabelecimento de uma efetiva ditadura da burocracia contra o povo.

Este argumento não é novo, nem é do autor que aqui escreve. O conceito foi desenvolvido inicialmente por Olavo de Carvalho, durante as eleições presidenciais de 2014. Sem voto aberto, não há democracia possível. Sem possibilidade de auditoria do processo eleitoral, de verificação do pleito e de contagem efetiva, existe apenas um ritual cosmético para celebração do poder burocrático - eleições "para inglês ver". E a casta burocrática faz isso precisamente porque não pode permitir a ascensão de um indivíduo "de fora do esquema" - se o fizesse, seria um suicídio. 

De 2017 até hoje, fica cada vez mais evidente o esforço do estamento pela garantia completa do poder da elite política histórica do Brasil. Ações empreendidas pelo STF (e explicitadas por indivíduos como Gilmar Mendes) indicam que a burocracia já não tolera ataques aos seus. O grupo vai libertar todos os seus "companheiros" presos, sempre que for necessário. Antes, nas eleições de 2014, a mesmíssima casta deixou claro que "não será possível fazer uma auditoria do processo eleitoral" - as máquinas existem precisamente para que isso nunca aconteça: o poder burocrático deve ser completo e inquestionável. Um indivíduo de fora dos esquemas de corrupção não pode ter chance, para essa tão querida massa de vermes. Os amigos, por outro lado, terão direito a tudo, como sempre. Não é possível julgá-los, levá-los à cadeia, e muito menos é possível substituí-los por seres humanos normais. O Brasil vive a ditadura dos parasitas. É necessário criar um vermífugo.

O país deu mostras de uma rebelião discreta, que pode ter (se essa for a vontade de Deus) resultados impressionantes. Nas recentes manifestações de caminhoneiros, pessoas comuns pediram repetidas vezes a "intervenção militar". Houve apoio em massa aos grevistas, houve protestos com faixas pedindo o retorno do governo de autoridade (aliás, da única que, de fato, é respeitada pela população). O Brasil entendeu que os governantes atuais - e os demais ocupantes dos altos cargos do Estado - são sanguessugas, degenerados, escória, e existe clamor audível por mudanças importantes. Pela primeira vez, existe uma possibilidade tangível de mudança revolucionária no país, e não no sentido gnóstico do termo - existe ao menos uma fagulha de uma revolução no sentido norte-americano, de um povo contra um governo tirânico, em nome do modo de vida tradicional e da Civilização Ocidental.

A cada dia o apoio a Bolsonaro fica mais evidente. A população chama os militares às armas contra o parasitismo dos burocratas. O povo chega ao limite do apoio a uma greve que efetivamente paralisou o país por uma semana, desde que essa paralisação seja capaz de desmontar o estamento governante. Algo definitivamente mudou no país, e a História pode reservar grandes surpresas para a maior nação da América Latina, até o final de 2018. Resta saber se haverá força o bastante no povo para levar suas demandas às últimas consequência - o Brasil não tem nada a perder. Essas demandas devem ser defendidas ainda que as eleições sejam fraudadas, ainda que os vermes cheguem ao ponto de retirar seu principal adversário da disputa formal. A situação não pede formalidades - pede ação revolucionária, rápida e eficaz, se o momento da crise final chegar. Um novo governo militar - ou similar - seria muito mais do que 1964. Seria um remédio, tão necessário, para uma pátria destruída por indivíduos que não são governantes - são, para todos os efeitos, uma doença.

Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho sobre a fraude eleitoral no Brasil:

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

A eterna língua dupla dos vermes

Lenin sugeria: "acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é". O discurso atual da grande mídia sobre as redes sociais prova que a vasta maioria dos "jornalistas" continua seguindo fielmente a máxima de Ilich. A observação desse fenômeno mostra o quanto a intelligentsia teme a liberdade humana.

Durante a (assim chamada) "Primavera Árabe", os queridinhos periodistas da "bíutiful pípou" celebraram a glória das redes sociais. Sim - no evento que levou ao poder os grupos mais perversos de extremistas islâmicos, e que estabeleceu os alicerces do Estado Islâmico (só recentemente esmagado por Trump), as redes sociais foram celebradas como porta-vozes de "defensores da democracia e dos direitos humanos". Ainda hoje podemos encontrar esses ardentes "lutadores da democracia" pregando a morte aos infiéis, à América e a Israel nas principais redes.

Quando as redes sociais serviram de base de poder para o salafismo, foram retratadas como essenciais para a civilização. E hoje, o que são? São descritas como "fontes de notícias falsas", e como bastiões da "extrema-direita". A agenda da casta midiática não poderia ser mais óbvia, e contou com a colaboração dos gestores dessas mesmas redes sociais.

A política dos gestores das redes sociais, ao longo dos últimos anos, foi a seguinte: defesa incondicional da "liberdade de expressão" de salafistas e simpatizantes, e perseguição ostensiva a veículos de comunicação conservadores. Linda Sarsour - salafista que defendeu, em suas publicações, a mutilação genital feminina - tem seus perfis protegidos. Milo Yiannopoulos, articulista conservador, foi expulso da segunda maior rede social. É assim que funciona.

A orientação geral chega, hoje, no caso extremo dessa mesma rede social que baniu Milo, à verificação do "histórico político" de usuários. Em outras palavras: conservadores podem ser proibidos de abrir uma conta. Essa é a "liberdade de expressão" do establishment politicamente correto. Já os salafistas, continuam confortavelmente protegidos. Todo discurso conservador será proibido, e o que sobreviver será categorizado como "Fake News".

Todo o discurso da grande imprensa sobre "Fake News" é conversa mole. Os jornalistas modernos não acreditam em verdade ou mentira - eles simplesmente se entendem como "agentes de transformação social" favoráveis às doutrinas do politicamente correto, ou do marxismo mais fracassado e clássico, no caso da imprensa latino-americana. Não há "Real News" nos grandes veículos de comunicação. Há apenas propaganda, seja ela politicamente correta, marxista-leninista, salafista ou anti-ocidental. Esses indivíduos não podem ser considerados parte da Civilização Ocidental. Eles apenas vivem dos benefícios disponíveis nessa civilização. Eles não tem amor pela liberdade sem amor pela liberdade DELES, e dos colegas de partido. Eles estão dispostos a destruir essa mesma civilização, se isso for do interesse de seus grupos e de seu poder. Eles são, podemos concluir, apenas parasitas - vermes. Sua arma mais característica é a que Olavo de Carvalho muito bem descreve como "a língua dupla do demônio", que é a mesma do bom e velho bolchevismo. Falar a verdade (e retomar o espaço nos veículos de comunicação) é a estratégia para remover esses parasitas, e a melhor maneira de cortar essa língua de uma escória que não merece pisar neste planeta.

Mais sobre o tema - comentário de Paul Joseph Watson sobre Linda Sarsour:

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Sobre a competência da grande mídia

A imprensa mainstream internacional afirmou que a chamada "Primavera Árabe" inauguraria uma era de democracia no Oriente Médio. Fato observado: a ascensão do Estado Islâmico e a expansão metastática da organização terrorista Irmandade Muçulmana, com a tomada do poder no Egito e a radicalização da Turquia. Foi só um erro? Não mesmo - o culto a Obama foi parte do problema. E esta é uma pequena parte da formidável inépcia observada na cobertura (e conduta, e ideologia, e -falta de - uma bússola moral) diária nos grandes veículos de comunicação.

A mass media atual não apenas é incapaz de acertar as menores análises políticas, como também não possui uma avaliação confiável do desempenho de líderes políticos. A celebração do último presidente democrata contraria toda a lógica e as verdades gritantes do fracasso das políticas de esquerda nos Estados Unidos. Jogar metade do país em food stamps ou em bolsas governamentais só ajudou a piorar a mastodôntica dívida externa da potência, que ficou nas mãos da China, ao longo de toda a administração do americano favorito do ISIS. O fracasso (assim como o crime) foi celebrado pelos queridos jornalistas. Esses indivíduos celebram - e não lamentam - que boa parte da população se tornou mais e mais dependente de assistência humanitária. É a lendária "burrice econômica" das esquerdas, incluindo as da beautiful people midiática, no cotidiano das redações.

Em todas as coberturas sobre a América Latina, houve (e ainda há) notório silêncio sobre as principais forças políticas - incluindo organizações paramilitares - em ação. Não se diz uma palavra sobre o Foro de São Paulo, sobre as FARC ou sobre a colaboração dessa constelação de vagabundos com esquemas de poder local - incluindo as narcoditaduras de Cuba, da Venezuela e da Bolívia. Os jornalistas da grande imprensa não têm competência ou vontade para estudar esses problemas, ou simplesmente desejam, de fato, que os maiores inimigos dos latinos se tornem mais fortes e levem os países da região a situações de ainda maior sofrimento. Não existe compromisso com a informação e a liberdade - existe, em muitos casos, cumplicidade com o que há de mais podre no mundo. Hoje, a corja de inúteis que chamam a si mesmos de "jornalistas" se dedicam a essa imundície, e se orgulham disso - são os "formadores de opinião", os "agentes de transformação social", ainda que sejam da transformação da vida humana normal em mais um fracasso de qualquer utopia que os mestres globais dos grupos de pressão internacionais decidam ser o "novo socialismo" a ser experimentado, com resultados que podemos imaginar depois de uma leitura da História do socialismo.

O vexame do jornalismo moderno, todavia, ficou mais claro do que nunca na cobertura das eleições dos Estados Unidos. Nunca houve fracasso tão notório no trabalho de tantos veículos de comunicação, ao mesmo tempo. Se faltava alguma prova da estupidez dos periodistas de hoje, "vot", como dizem os russos. É possível que as eleições de 2018, no Brasil, sigam uma trajetória muito similar, quanto às coberturas dos maiores veículos locais. E é bom que seja assim - no momento, sempre que os gatekeepers ficam infelizes com a política, seus compatriotas podem se alegrar. Não existe oferta de informação, não existe mais uma relação de "prestadores de serviços" e "consumidores" - nossos "ocupadores de espaços", militantes do projeto de Gramsci, se tornaram inimigos declarados da humanidade. A incompetência dos "agentes de transformação" é a garantia de sobrevivência da espécie humana.

Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho fala a respeito da classe jornalística moderna:

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

A decomposição da esquerda americana

O ano de 2017 foi traumático para a esquerda dos Estados Unidos e para os círculos globalistas (na maior potência do Ocidente e em outros países). A sucessão de escândalos de abusos sexuais desmontou o que restava de credibilidade da grande mídia e, em particular, de Hollywood. Ficou claro, para o mundo inteiro, que a elite da esquerda e da mídia nada mais é do que uma casta de pedófilos, de estupradores hipócritas, que tentam convencer o resto da população sobre os "males" da masculinidade e da civilização tradicional.  Eles - a elite degenerada - quer convencer a vasta maioria da população de que o povo é a fonte da deformidade, quando fica muito claro quem são as pessoas envolvidas nos escândalos. Pode-se falar, por exemplo, na própria família Clinton (envolvida com  Epstein, líder do grupo internacional de pedófilos), ou em Weinstein - o estuprador mais "prolífico" dos Estados Unidos. Celebridades como Affleck e Spacey também estão no lixo até o pescoço, com acusações de estupro e pedofilia. O antigo vice-presidente dos Estados Unidos, queridinho da esquerda, chamado até de "tio" pelos socialistas ocidentais, agora é conhecido como "Creepy Uncle Joe" ("Tio Joe, o Pervertido"), graças a uma suspeita muito bem fundamentada. O "progressismo" virou um circo de horrores, uma exposição de doenças mentais, encarnadas em figuras decrépitas, nojentas, que mostram muito bem por que o Ocidente precisa de uma mudança severa em suas estruturas de poder - um processo de remoção cirúrgica da elite globalista e de seus parasitas-sócios das varidadas esquerdas, que vivem da corrupção da conduta humana normal.

Tudo indica que a sucessão de escândalos não acabou. Como está sendo muito bem exposto pela rede de notícias independente InfoWars, de Alex Jones, parece que a "melhor amiga" de Weinstein e parceira de crimes do magnata midiático democrata também terá alguns "esqueletos" revelados ao público em breve. Estamos falando da maior apresentadora dos Estados Unidos - uma que, seguramente, é a personalidade de esquerda mais querida pelo público norte-americano. As imagens, que agora se tornam virais, mostram essa senhora beijando, literalmente, o pescoço de Weinstein. O que ainda não se sabe sobre os crimes cometidos pela elite midiática? O que o público ainda tem a descobrir sobre os esquemas do próprio Weinstein, e sobre as pessoas que colaboraram com ele para o abuso de dezenas de atrizes americanas e europeias? Muita coisa irá ser revelada - o pouco que já apareceu foi o suficiente para uma sangria nunca antes vista na sombra de reputação que restava aos "olimpianos" do cinema e da televisão. A Babilônia da mentira, da presunção e do crime orgulhoso está morrendo sufocada por seu próprio fedor. Essa é a agonia da esquerda dos Estados Unidos, que só poderá se erguer com força, mais uma vez, por algum tipo de campanha mosntruosa de mentira descarada e desinformação em escala industrial, que sabemos ser perfeitamente possível para os psicopatas das varias matizes da esquerda. Até o momento, graças a Deus, a fera demoníaca está apenas gritando de dor.

A esquerda dos Estados Unidos agora vê a apresentadora mais querida do Partido Democrata - a mencionada parceira de Weinstein - como possível candidata à Presidência. É um sinal dos tempos. Se as suspeitas sobre a personalidade se confirmarem, há muito mais crimes do magnata que podem vir a público, e, em muitos deles, houve a colaboração e mesmo participação (nos atos que foram a finalidade da "parceria") dessa senhora. A esquerda não se contenta em financiar a corrupção e a destruição do Ocidente, não se contenta em eleger partidários do islam radical ou militantes da ideologia mais genocidade que o planeta já viu - agora, os "guias iluminados da humanidade" querem colocar prostitutas e cafetãs no controle da maior máquina de guerra das Américas. Essa seria a cristalização dos sonhos dourados da Escola de Frankfurt - seria a revolução do prostíbulo, convertido em palácio de governo. E seria um triste fim para a nação que, um dia, teve líderes como George Washington, conhecido por sua fidelidade à religião cristã e por sua conduta de nobreza férrea, incapaz de cometer os mais mínimos abusos ou desvios em benefício próprio, mesmo quando atacado por toda a opinião pública. De nação de heróis da fé e da liberdade, a América passaria a bordel particular de criaturas que se gabam de sua vilania e doença, que, como a possível candidata, beijam a carcaça imunda de criminosos, estupradores, em homenagem à maldade orgulhosa. Os cristãos têm a obrigação de rezar e lutar para que isso não aconteça, e para que esses criminosos tenham o único destino que merecem - apodrecer no fundo da cadeia, esquecidos e destituídos de qualquer possibilidade de cometerem novamente seus atos contra a humanidade.

Mais sobre o tema - Paul Joseph Watson e Alex Jones discutem escândalos de Weinstein e possível parceria do magnata com a apresentadora mais adorada pela esquerda americana:

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

A superioridade da tradição

Como foi dito por Olavo de Carvalho, agentes históricos podem ser grandes movimentos políticos, tradições esotéricas (como o gnosticismo), religiões ou famílias. O Estado é apenas um instrumento nas mãos desses elementos - é a ferramenta, o martelo que molda o aço, e não a cabeça que decide os rumos do processo. Entre todos os possíveis agentes, as famílias são os que possuem um horizonte de ação capaz de transcender culturas, movimentos e países - é o que explica o sucesso dos criminosos que atuam nos grupos globalistas. Também é o fato que explica a campanha de organizações como a ONU contra a família - não significa que eles sejam contra todas as famílias. Eles são contra a família da pessoa normal, do homem médio - eles estão contra a sua família, porque querem o monopólio do poder para as poucas dinastias bilionárias que sustentam o esquema de dominação mundial. Todo o discurso revolucionário "contra a tradição patriarcal" é uma fraude monstruosa, provada pela própria realidade patriarcal dos financiadores do esquerdismo. Não existe "sex-lib" nas casas dos donos do mundo. O poder busca o poder, e as "novas configurações familiares" são o canto da sereia para o suicídio do proletariado.

A família, a estrutura social mais antiga conhecida pela humanidade, é a base da civilização e a unidade que edificou estados. É a viga mestra dos impérios. É a chave para a ação histórica e a única possibilidade real de ascensão social para a vasta maioria dos seres humanos. É a estrutura que fortalece a ação individual e permite que ela tenha propósito imutável ao longo dos séculos, através dos sucessores do fundador, com um objetivo que não deve ser alcançado em meses, mas em décadas ou mesmo séculos - como, aliás, muito bem demonstrado pelos papagaios hipócritas que gritam contra o Ocidente, confortavelmente sustentados por linhagens que começaram a atuar no Século XIX, como os Rockefeller, ou mesmo antes. E a família cristã foi trazida ao Ocidente quando este ainda estava escravizado pela elite degenerada do império dos Césares. Como era a vida antes da família ensinada ao Mundo Ocidental por Jesus Cristo?

A estrutura familiar foi (como está voltando a ser) um luxo para os ricos. Os Césares asseguravam que os escravos permaneceriam desarmados proibindo-os de criar uma família normal. Casamento foi, literalmente, um privilégio da casta governante. A reprodução dos escravos era realizada em orgias, e a parte da humanidade que trabalhava era, literalmente, tratada como gado, como animais de pasto. A linhagem era o mais precioso dos bens. Um dos maiores golpes do cristianismo sobre o cesarismo foi o poder conferido aos homens comuns - os plebeus logo adotaram a nova religião, bem como as tribos bárbaras, e foram essas forças da normalidade humana que destruíram o prostíbulo que foi o sistema de poder pagão do mundo antigo. A tradição cristã - presente do próprio Deus - foi o poder que sepultou a deformação de ontem, e é a única força que pode acabar com a doença da modernidade.

Do amor à família e à tradição decorre o amor à nação. Do amor à nação surge o amor à cultura e à civilização. Esse conjunto de estruturas já é percebido como o essencial para a sobrevivência da humanidade em muitos países europeus, e o que ocorreu com a vitória de Trump mostra que mesmo a América começa a acordar para o tamanho do crime que foi o 1968 do sex-lib e da juventude imbecilizada pelos narcóticos. Existe um movimento, ao redor do mundo, que, silenciosamente, leva os jovens de volta à tradição e à família, bem como ao amor à pátria. Mesmo a religião do Ocidente começa a renascer, com toda a força civilizacional que ela pode dar aos mais simples. Isso pode ser observado do interior dos Estados Unidos ao Brasil, da Inglaterra - onde parte da população começa a pedir o fim do projeto de destruição da soberania nacional através da União Européia - à Europa Central. Mesmo as nações que foram escravizadas sob o internacionalismo bolchevista - como a Polônia, Hungria e mesmo a Rússia (que um dia foi de Lenin, o internacionalista), começam a ouvir as vozes dos povos, pela herança que tanto valor deu à humanidade e que deu uma chance para os oprimidos. Para horror do globalismo, são justamente as nações que um dia viveram sob a tirania internacional mais mentirosa e satânica que hoje oferecem a resistência mais feroz à ONU.

Roma caiu. O Bolchevismo caiu. O globalismo das grandes fundações e do governo mundial também cairá, e o futuro reserva para os colaboradores do sistema um julgamento que será mais brutal do que toda a corrupção e sofrimento espalhados pelos organismos internacionais no planeta. A lei divina - o fundamento da existência - está contra eles. Com todos os seus defeitos, o Islam e o profeta Muhammad podem nos ensinar ao menos uma coisa: "Deus é o maior dos conspiradores".

Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho fala sobre a campanha das organizações globalistas contra a família:

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