segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Freixo e os estudantes

A derrota de Marcelo Freixo é apenas um reflexo gritante do modo de pensar e dos valores apreciados pela vasta maioria da população brasileira. É importante enfatizar que o pedido dos cariocas foi pela "derrota de Freixo", e não pela "vitória de X, Y ou Z". Em poucas eleições na História houve número tão grande de votos em branco, nulo ou de abstenções - o voto, em 30 de outubro de 2016, foi anticomunista. O Brasil é conservador, e tomou consciência de si, levantou-se do torpor diante das hordas histéricas da revolução cultural.

Nas universidades, todavia, o quadro é muito diferente. Freixo venceu em cada uma das instituições de "ensino" cariocas. O leitor bem sabe que nada se aprende nas faculdades - para ser justo, nos cursos de ciências humanas. O que se repete ad infinitum é a propaganda marxista, a bajulação incansável aos "gandes líderes", o puxa-saquismo canino aos maiores tiranos e genocidas que o mundo já viu. Freixo, naturalmente, conseguiu o voto. Marxista leal, admirador sincero de Che, o racista favorito do bom-mocismo, o cidadão que reside no bairro mais caro da capital fluminense é o ídolo pronto para os exércitos de imbecis drogadictos que infestam cada uma das universidades. O voto do pretenso "ensino superior" foi dele - especificamente, o dos estudantes de Ciências Sociais, Filosofia, Psicologia e associadas. Para variar, a casta superior, encantada pela música da estupidez ideológica, mostrou preferências bem distintas da maior parte do proletariado, que, para os discípulos da Escola de Frankfurt, agora é traidor da causa revolucionária.

Como ocorreu o processo de conversão das escolas de Ciências Humanas em centros de divulgação, "ao psitacismo", do dogma marxista, é amplamente divulgado pela direita. A Americana percebe o mesmo fenômeno nos gritos desesperados de hatespeech, nos espaços seguros (para o conforto da estupidificação ideológica), nos trigger warnings. A brasileira, graças ao maior filósofo que o país já viu, não apenas está acordada para o que se passa como foi capaz de erguer um dos maiores movimentos de massa da América Latina. O país saiu do coma, mas a "guerra de posições" gramsciana assegurou trincheiras devidamente fortificadas, que deverão ser desturídas, em tempo, para que exista qualquer possibilidade aceitável de futuro para a nação. Os vermes do totalitarismo voltarão aos esgotos (ou melhor, aos safe spaces) acadêmicos, às faculdades da "vanguarda da revolução". E é lá que está a grande batalha das próximas décadas.

Toda a doença mental dos jovens de cabelos azuis, estupidificados, emburrecidos pela exposição constante ao que há de mais baixo e vil - vendido como o tesouro cultural da humanidade - tem origem nas "trincheiras" de Gramsci. Freixo continuará a ser o vencedor, e, porque não, o verdadeiro Conducător  do Brasil que está mergulhado na desmoralização da qual fala Bezmenov. A deformação cultural continuará, e precisa ser enfrentada lá, em sua raiz: é apenas essa luta que importa, agora. Os primeiros golpes de marreta já foram sentidos pelos exércitos inaptos: o marxismo tremeu, nos últimos anos. "O marxismo é o martelo com o qual se destrói o inimigo de classe", dizia Mao Zedong. O conservadorismo deve ser o martelo com o qual se destrói cada pormenor da estratégia de "ocupação de espaços", através da denúncia do que ocorre e de uma nova investida, similar e na condição de força em sentido contrário.

A derrota de Freixo foi o voto ideológico - a direita acordou, e com ela, a maior parte do Brasil. O próprio Brasil, porque não, uma vez que o marxismo (e o marxista) é internacionalista. O movimento revolucionário é uma ideologia parasitária, que foi diretamente enfrentada pelo eleitor do Rio de Janeiro - não importa quem estivesse concorrendo, o resultado seria o mesmo. A reconstrução nacional deve continuar, e no campo que mais importa: a cultura. No momento em que a esquerda corre para seu "quartel general", usurpado dos verdadeiros educadores, é hora de voltar as armas para a direção certa.

Mais sobre o tema - os resultados da guerra de posição, conforme Olavo de Carvalho:

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Sobrevivendo à guerra cultural

Um autor conservador americano comparou a média da humanidade "pós-moderna" com insetos - mas especificamente, disse que é difícil encontrar, nos dias de hoje, pessoas com curiosidade intelectual um pouco maior do que a de um escaravelho (popularmente conhecido como "dung beetle"). A comparação é muito justa - a maioria dos hominídeos atuais chafurda na sueira da cultura industrial, que cospe e mastiga, dia após dia, o mesmo lixo, que, por razões desconhecidas, convencionamos chamar de "música pop", "best-sellers", "funk", "hip-hop" e outras pérolas de qualidade duvidosa. Dizer que há alta cultura e classificar a imundície como, digamos, imundície, tornou-se ofensa mortal. Vez ou outra podemos encontrar seres humanos normais, que reconhecem a sujeira quando seus sentidos são alcançados por ela - eles são o tesouro mais valioso que um conservador pode manter junto a si.

A expressão idem velle, idem nolle dá conta da necessidade mais urgente na vida social - a proximidade só pode ser mantida com a humanidade normal. O amor fraternal, a amizade verdadeira, só deve existir com quem vale a pena. A proximidade entre irmãos deve ser valorizada enquanto os mesmos valores são buscados, enquanto a mesma concepção de vida e de mundo for compartilhada, para o bem comum e para o cultivo contínuo da personalidade. A humanidade perdida afunda na desgraça - "let God sort them", os idiotas vão virar pó na eternidade, é hora de se apegar apenas às pessoas que querem algo mais do que a degeneração completa. Sempre que o conservador encontra uma das pessoas que não têm medo da verdade, que continuam com uma percepção normal, não atingida pela patocracia, pela loucura, pela histeria apocalíptica e que ainda não possuem o ódio gnóstico queimando seus poucos neurônios, é hora de segurar a amizade do vizinho como se fosse a coisa mais preciosa do mundo - e, de fato, é. Em um mundo onde tudo conspira para o fim, onde todos correm desesperadamente em direção à catástrofe e à morte, essas pessoas são um porto seguro. Querer as mesmas coisas, amar as mesmas coisas e odiar as mesmas coisas, em tempo de guerra, é sinal de que a proximidade vale a pena.

Infelizmente, para esse tipo de situação, não é possível cultivar sentimentalismo nas relações interpessoais. Nem todos terão salvação - é preciso rezar por todas as almas, mas a proximidade em demasia com quem quer a desgraça acima de tudo é estar perigosamente próximo à zona de impacto da chuva de sofrimento. As amizades são como um alicerce, e são parte do esforço necessário para a manutenção de uma vida intelectual razoável. Os idiotas, na expressão do professor, não entendem e não querem entender. Eles estão imersos demais em sua doença, em seu auto-louvor permanente, eu seu culto à glórias e inustiças auto-edificantes imaginárias para que tenham tempo ou força para ver a realidade como ela é. Não é possível perder tempo, durante a crise. Reze por cada um deles, mas faça o que estiver ao seu alcance para manter sua saúde e para salvar sua alma, porque a doença deles pode, muito facilmente, destruir as duas.

Algumas poucas exceções são dignas de menção: há, entre a horda furiosa, pessoas que possuem alguma paciência para ouvir. Se, ao toque da trombeta, a personagem ao menos se der ao trabalho de permanecer quieta e escutar, é um bom sinal. Pode ser que haja chances de cura. A patocracia não é invencível e a histeria morre como um verme, quando sob a luz da verdade. A burrice, a boa e velha burrice que mata economistas marxistas de fome e que leva militantes sex-lib para o cadafalso islâmico é uma barreira psicológica relativamente frágil, quando ainda resta normalidade entre os blocos de pensameto metonímico gnóstico. Em toda alma ardente de orgulho e ódio contra a existência, resta algum fiapo de esperança, que, se o proprietário assim permitir, pode ser usado a favor do quase-condenado. Se houver algum interesse sincero, alguma vontade de aprender, pode-se jogar a semente - caso dê certo, pode ser que venha à luz mais um vínculo precioso. As chances são mínimas, ainda assim, acontece.

Como foi dito inúmeras vezes pelo sobrevivente, a única salvação do Ocidente é o estudo e a alta cultura. Para o mundo das amizades, vale a mesma máxima. Não ha diálogo possível com o lixo. Um irmão de causa não pode cultuar a decadência e a perdição. Se o objetivo é fazer um voto, então que seja: "crie um círculo de pessoas normais, com interesses humanos saudáveis, com uma conduta humana exatamente como a que deveria haver neste país e que á existiu entre nossos antepassados. Fujam do mundo moderno, ainda que vocês apenas sejam capazes de fazer isso em casa ou em um pequeno círculo de amigos leais". Amar as mesmas coisas e odiar o mesmo inimigo são os primeiros passos para arregimentar um exército, e são a mais básica estratégia para sobreviver à guerra. Todas as tiranias da História caíram miseravelmente - o que faz desse combate uma luta de resistência, que, em última análise, pode ser muito fácil de vencer.

Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho fala sobre a guerra cultural:

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

O impeachment de Dilma é a salvação do PT

Não há processo de impeachment que possa ser considerado vitorioso quando toda a casta política, e sua ideologia, permanecem intocadas. Não houve "eleição democrática" com a contagem secreta dos votos. Olavo de Carvalho, grande mentor do movimento oposicionista que colocou Dilma Rousseff de oelhos. afirmou todas essas coisas, mais de uma vez. Os "MBL"s e companhia não deram ouvidos, e Dilma perdeu a presidência ser ter seus direitos políticos amputados, como bem denunciam os jornalistas Paulo Eduardo Martins e Joice Hasselmann. O "acordão" feito entre o PMDB e o PT é um desastre esperando para acontecer, e a salvação do Foro de São Paulo.

Durante todo o processo as principais lideranças conservadoras falaram sobre a ingenuidade que sustenta o impeachment de Dilma. Não é apenas a petista que deve ser destituída - é a nova república. O petismo é apenas uma das manifestações da mais perfeita estratégia de "guerra de posições" já realizada neste hemisfério, e sem confrontar este problema diretamente, é impossível obter uma vitória completa sobre o totalitarismo "bolivariano". O Partido dos Trabalhadores caiu agora, vergonhosamente, mas só para se erguer rapidamente ou para ser substituído por uma infinitude de clones perfeitos, como o PSOL, o PC do B e mesmo a "Rede", que sonha em transformar Marina em uma espécie de "novo Lula". Toda movimentação dentro do sistema político vigente, caso vitoriosa para a causa patriótica, será apenas "ouro de tolos".

A única estratégia viável é a dstruição completa, por meio da guerra cultural, da estrutura ideológica que sustenta o "monstrinho" autoritário lulista. Sem as universidades, sem a mídia, sem cada um dos jornais, cada um dos "sapos barbudos" está fadado a morrer de fome no esquecimento e no ostracismo que merece. Lula, sem maquiagem, mídia e Chico Buarque, não passaria do que ele é: um porco troglodita, um imbecil que ataca verbalmente até mesmo as mulheres de seu próprio partido, e que faz piadas sobre estupro coletivo contra uma de suas maiores defensoras. O PT não é nada sem Gramsci, mas o MBL e todo o rascunho de oposição conservadora ainda acredita piamente na "integridade do sistema" - a oposição não entendeu que a máquina é montada para que os jogadores inexperientes percam sempre, e as risadas e abraços entre o velho comunista Aécio Neves, Dilma e Lewandowski são a prova disso.

Dilma foi retirada de forma higiênica do cargo, porque nem mesmo o Partido dos Trabalhadores aguentava seu perfume - as alas radicais, dizem as más-línguas, querem a cabeça da búlgara. A senhora incompetente saiu de cena como a vítima, a coitadinha, e o PT posa de defensor da democracia e da causa justa. O acordão, agora, pretende colocar Dilma devidamente longe de Sérgio Moro, em cargo com foro privilegiado. Não poderia ser melhor para o marxismo tupiniquim - enquanto isso, os jovens masoquistas do MBL soltam fogos, enquanto são usados como preservativos por Hélio Bicudo, um dos fundadores do PT.

Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho fala a respeito da utilização do impeachment para salvar o Foro de são Paulo:

terça-feira, 2 de agosto de 2016

A traição à igreja e o papel do sucessor de Pedro

O que o novo papado faz com os fiés é uma tragédia, e uma indução sistemática ao erro. O episódio icônico da escultura da "foice e martelo" mostra a dimensão da subserviência da cúpula eclesiástica ao poderes do mundo. A chefia do que deveria ser "mãe e guia" mostra-se cúmplice da ideologia mais genocida que já governou metade da raça humana - negar-se a condenar esse sistema e os que o apoiam é um crime, ainda mais para quem deveria se colocar como o principal inimigo do totalitarismo. A atitude faria Wojtyła chorar de vergonha - mas não foi a única. O que Bergoglio faz ao condenar a civilização ocidental e comparar os militantes do Estado Islâmico - o grupo mais anticristão deste século - aos próprios apóstolos só pode ser descrito como um ato de traição desavergonhada.
Imagem: CBN News

O feminismo internacional esconde os crimes do Islã. O movimento que sustenta o feminismo, o marxismo, efetivamente deu as bases ideológicas e até logísticas aos movimentos extremistas árabes que precederam o novíssimo salafismo "online". O Partido Democrata compra integralmente o discurso politicamente correto, de forma idêntica à da conduta dos movimentos social-democratas e fabianos europeus. Enxergar a mesmíssima atitude nos gestos de um papa é um sinal da decadência e da infiltração sem limites dos inimigos da fé na "casa varrida pelos ventos". Qualquer líder cristão, em uma época na qual seus irmãos são assassinados sistematicamente nos países do Oriente Médio, iria condenar o morticínio e mover até a última de suas forças para proteger a igreja perseguida, que mais do que nunca grita por ajuda e misericórdia. Ao invés disso, o que se vê é uma liderança cínica, cúmplice, que abastece com discórdia e ataques à própria igreja o processo de destruição dos últimos bastiões de liberdade religiosa - até mesmo para os eternos "coitadinhos" do poente. Dizer que os militantes salafistas são como os santos da igreja é cuspir na face do próprio Cristo, e demolir, a golpes de marreta, os fundamentos das únicas nações que dão até mesmo aos muçulmanos a perspectiva de uma vida próspera e livre. Como é possível que a cristandade tolere isto?

A guerra cultural contra o cristianismo não começou hoje - a Europa viveu séculos de perseguição anticristã, seja sob o chicote dos revolucionários iluministas com a "descristianização" que feriu "a primogênita da igreja" ou sob o punho de ferro do marxismo-leninismo. Os fiéis foram ensinados que a igreja é má, repressora, vilã, inimiga da raça humana. A propaganda jogou lama sob a virgem inocente, desrespeitou dois mil anos de civilização e luz, da força que ergueu a Europa e permitiu que até os mais humildes tivessem a chance de brilhar como doutores do corpo do Messias. A mãe que edificou escolas, universidades, hospitais e que foi o fundamento de todas as grandes obras de caridade da Civilização Ocidental foi esfaqueada. A fé que serviu de inspiração para a ordem dos hospitalários, para a Cruz Vermelha, para o Exército da Salvação e para uma infinidade de obras de caridade em todo o mundo foi mostrada como "preconceituosa", "assassina" e até - e pelos maiores genocidas da História - como "racista". O sistema de crenças que serviu de força intelectual para a luta contra a escravidão no Império Britânico, nos Estados Unidos e até nos países africanos e asiáticos foi mostrada como seu oposto, pelos mais cínicos e culpados dos acusadores. Cristo chorou, acusado e torturado, enquanto os mais perversos algozes foram agraciados com a bajulação do povo. A campanha de destruição da fé cristão gerou frutos - todo o esforço de Münzer, dos jacobinos e dos tchekistas não foi em vão. A desinformação da qual fala Ion Mihai Pacepa tem um filho predileto, e ele dorme tranquilamente na mais importante cidadela de uma civilização que não tardará a ser varrida do mapa por seus inimigos.

É necessário denunciar, dia e noite, o que se faz contra os fiéis, nesse tempo em que a igreja geme sob a mira dos fuzis islamistas. A cristandade encontrou um inimigo que quer, talvez com mais eficácia e brutalidade do que todos os anteriores, a extinção de cada um dos que reconhecem o Filho de Deus. Mais do que nunca, é hora de "vender os mantos e comprar espadas", e isso requer força de vontade para renovar as hostes da casa e curar a Mãe, que deve voltar a ser o mais confiável dos guias. No passado, líderes similares foram depostos e, após atos de traição muito menos escandalosos e virulentos, colocados em seus devidos lugares. Os cristãos devem perder o medo de dizer a verdade - o próprio Cristo não hesitou em chamar os seguidores menos perspicazes de burros. Amor pela verdade é amar o Espírito Santo - a vontade de Deus é mais importante do que a covardia, o medo de "mau-olhado" ou do que o impulso para afagar a vaidade de quem não é digno sequer de uma cusparada. Tiranos merecem ofensas, complôs e o desrespeito público. Traidores, quando já idosos e notoriamente pusilânimes e bajuladores, merecem apenas a aposentadoria - e, quem sabe, caso a revolta seja grande, uma bela e vergonhosa fila do INSS. Já passou da hora de os cristãos começarem a chamar "inimigos" pelo termo adequado, e de colocarem novamente ordem na casa.

Mais uma vez, a fraqueza e indisciplina moral é o calcanhar de aquiles da Civilização Ocidental. Rimbaud - assim como o grande professor - diria: "par délicatesse, j'ai perdu ma vie". Essa é a tragédia que segue a gentileza e polidez forçadas. Deus não quer bajulação - amar mais à vaidade é virar as costas a Ele. É preciso enfrentar o inimigo, mesmo que seja por amor ao próximo. Manter a casa de Deus digna do louvor do Nome é dever incondicional dos fiéis, e a situação exige a mais meticulosa das organizações. Tratar o inimigo de forma proporcional é parte do amor ao próximo: se o adversário não quer estar próximo do Pai, deve-se dar a ele exatamente isso. A recusa em enxergar a realidade, a traição à realidade é um crime contra o Espírito Santo, é colocar-se - como faz o inimigo - contra Ele. Ele, o Pai, o Criador, é a verdade, e ele diz à humanidade, através de cada acontecimento, qual é a conduta mais apropriada. A igreja, mais uma vez, exige que os cristãos tomem, de fato, as atitudes apropriadas, e, em um momento de tamanha dificuldade e perseguição, a hesitação pode ser a sentença de morte do mundo livre. A escolha não é mais, "apenas", entre seguir a Verdade e deixar-se enganar pelos erros - é entre opressão e destruição completas e a chance de viver em liberdade. O momento exige, apenas, que cada fiel observe o que se faz contra o Corpo de Cristo e comece a se perguntar quando é a hora de agir, por misericórdia, para salvar os cristãos da lâmina jihadista. A vaidade de um demente, desesperado por ser visto como uma espécie de Bono Vox de batina, nunca custou tão caro a tantas pessoas - que deveriam, no mínimo, contar com algum esforço dos países cristãos, que parecem ignorar um genocídio tão bárbaro quanto os inúmeros que parecem "mais dignos de pena" pelos veículos de comunicação de massa. Os que se dizem perseguidos no Ocidente não fazem ideia do que é sofrimento - quem grita por socorro, quem a Verdade mostra, a cada dia, no calvário, são os que estão no Corpo de Cristo, e para os quais o traidor virou as costas. A nova liderança só conhece esforço para seu Marketing - os que têm fome, os que estão nas cadeias, os que estão sem vestimentas e que estão sendo crucificados, como foi o Filho, podem esperar. E eles são - pasmem - estrangeiros,  assim como os ditos "refugiados", que já começaram a derramar sangue cristão em solo europeu.

Em vídeo - Olavo de Carvalho fala a respeito da conduta de Bergoglio:


segunda-feira, 1 de agosto de 2016

O Jumento Espiritual

Leandro Karnal é mais uma das notórias figuras que sofrem com a flatulência do falsete uspiano e dos gases intestinos da vaidade diplomista do Brasil. É um arroto humano, um rascunho caricato de intelectual, uma piada provinciana que se imagina feita à imagem e semelhança de um Dostoiévski ou de um Nietzsche - aliás, talvez de uma figura mais dócil, quem sabe de uma Hannah Arendt, já que a masculinidade do russo ou do alemão é coisa que provoca alergia nas alminhas do lixo que se convenciona chamar de "professor" neste país esquecido por Deus. Quando Leandro se dá ao trabalho de falar sobre o projeto "escola sem partido", já podemos preparar nossas máscaras de gás - aí vem toda a glória do jumento celestino que galopa em direção a territórios apenas tocados pelos anjos nas terras tupiniquins: as paragens conhecidas pelos nomes de "senso comum" e "normalidade".

Jumentinho diz que o projeto é invenção de "conservadores delirantes". Será que, em algum dia de sua porca vida, o comentarista ouviu falar em Antonio Gramsci? Será que, nas universidades brasileiras, discutem-se os textos de Carlos Nelson Coutinho, ou os tomos dos "Cadernos do Cárcere"? A "classe pensante" já leu algum dos teóricos principais do Partido dos Trabalhadores? O "escola sem partido" é uma resposta lógica ao aparato da "guerra de posições" elaborado pelo imensamente poderoso movimento esquerdista brasileiro, é apenas a "força contrária" óbvia que é colocada contra trinta anos de guerra cultural declarada dos principais partidos da política nacional contra a civilização ocidental. O "escola sem partido" não é a "bandeira dos conservadores" - é a bandeira dos liberais, libertários, conservadores-liberais, conservadores tradicionalistas, monarquistas, republicanos e, acima de todos os que se ligam aos movimentos políticos, é a bandeira dos brasileiros "médios", das pessoas que simplesmente querem que seus filhos aprendam matemática e português nas escolas, e não querem crianças transmutadas em miniaturas de comissários do NKVD. O projeto é um "basta" à politização de uma das atividades mais fundamentais da sociedade, pervertida em nome de interesses de assassinos e defensores de um sistema totalitário fracassado - a Venezuela é apenas mais uma vitrine do "paraíso" socialista, onde "Trabalhos Forçados" agora são lei e palavra de ordem, como mostra a Anistia Internacional. O "escola sem partido" é impedir que criminosos fantasiados de professores façam proselitismo da tirania para crianças, que ainda não possuem maturidade para compreender o tamanho da desgraça defendida por aqueles que deveriam ser educadores. Karnal imagina um projeto que é o contrário do proposto, e responde em coro com o desespero histérico dos marxistas tupiniquins - aliás, qualificar "marxista" com "histérico" é pleonasmo, como já diagnosticou o psiquiatra Andrzej Łobaczewski.

Karnal tornou-se popular com a divulgação de algumas de suas palestras de auto-ajuda na internet. É uma personalidade oca, mantida com o discurso de voz fina sobre toda e qualquer frivolidade que acaricie a necessidade do brasileiro de sentir que discute um tema associado às pessoas de grandeza espiritual - qualidade que é impossível de ser sequer imaginada por mais quase todos os nacionais, e pela totalidade, ou quase, da casta universitária. Jumentinho Espiritual é a montaria de grandezas como "a busca da felicidade", "eu sou o senhor de meu destino" e da comparação honorável do réu e alcaguete (de codinome "Barba") Luíz Inácio Lula da Silva a um monarca europeu hipotético. O historiador confere bastante honra ao candidato a convicto - Espiritual não será recebido com a mesma gentileza por qualquer pessoa que tenha o mínimo de capacidade de identificar um charlatão. As críticas ao projeto mostram, em primeiro lugar, que o personagem é, em uma primeira hipótese, incapaz de ler, algo improvável. Em uma segunda suposição, Espiritual é apenas mais um propagandista da muito bem-paga constelação de partidos de esquerda brasileiros - pelo vocabulário ensaiado do historiador, somos forçados a declarar que a segunda alternativa parece mais fiel à situação do ruminante que zurra contra a lei. Espiritual não é imaterial porque quer - ele não fala sobre o projeto porque sua carreira depende da adoção incondicional de todo e qualquer espantalho criado pelo movimento. Ele faz isto pelos mesmos motivos que levam a imensa maioria dos professores universitários do país a assumirem coro com a militância do Partido dos Trabalhadores.

Leandro sugere que o projeto impedirá a discussão de temas de política nas escolas - como isso seria possível? O projeto obriga professores a apresentarem as ideologias concorrentes - não os força a excluírem uma ou outra. O projeto proíbe a perseguição de alunos por discordância político-partidária - algo que beneficia alunos petistas de professores antipetistas e alunos antipetistas de professores petistas. A medida favorece a integrantes de toda e qualquer vertente política - mas desagrada, evidentemente, a quadros de organizações totalitárias (como o Partido dos Trabalhadores) e a propagandistas baratos da ideologia socialista como o quadrúpede que decidiu criticar o "escola sem partido". O projeto é bom demais, elevado demais para que a montaria consiga vê-la em sua completude, enquanto o historiador continua sobre os quatro membros a terminar seu almoço. Provavelmente, Karnal sabe muito bem que a lei é sensata - a carreira, todavia, fala mais alto. Olavo de Carvalho explica bem o expediente - Leandro se apropria das ideias do "escola sem partido", posa de defensor da liberdade de expressão e consciência, e descreve o projeto como a censura dentro das instituições de ensino. É apenas mais uma demonstração da inversão revolucionária - a vítima é apresentada como algoz, e o totalitarismo petista é colocado como a liberdade plena cristalizada e protegida pelos séculos dos séculos. Todos os aterros sanitários do mundo não dão conta da sujeira entre as duas orelhas do Jumento Espiritual.

O projeto "escola sem partido" é feito para que ilustres equinos como o historiador do "caminho para a felicidade" não causem mais danos à já prejudicada educação brasileira. Se as nossas crianças não sabem fazer operações básicas de matemática ou não conhecem as mais elementares regras da gramática, é porque criaturas raras como o gás espiritual que vê o PL como a encarnação da vilania querem colocar a si mesmos na condição de educadores, quase de sábios. O Sábio é a encarnação última do conhecimento, é o saber que dialoga com os homens comuns lhes dá a possibilidade de vislumbrar as leis divinas. Nosso respeitado intelectual irá se tornar algo como isso, em seu tempo: o Jumentinho será a encarnação da burrice, na mais perfeita emulação equestre de tudo o que queremos longe das mentes dos mais jovens.

Assista ao comentário de Olavo de Carvalho sobre o personagem e o projeto "escola sem partido":

segunda-feira, 23 de maio de 2016

A bajulação a Obama e o socialismo que não ousa dizer seu próprio nome

Assistir aos canais da televisão brasileira é uma experiência enfadonha e muito previsível - quando o tema é "política internacional", esperar qualquer coisa diferente do "lustrar as botas" compulsivo do Partido Democrata, por parte de nossos ilustres jornalistas, é nada menos do que a mais insana utopia. É impossível. Não acontecerá. Está "fora do lugar" - a palavra de ordem é a adulação assustada e desesperada pela aprovação dos colegas de profissão. Como a mídia nacional conseguiu criar tal clima de culto à personalidade, mais enfático e com menos impulso para a crítica do que Stalin viu sob o seu reino de terror, é algo relativamente simples de entender: Obama faz nos Estados Unidos o que a esquerda tupiniquim chorou e sangrou para fazer aqui, ao longo de cinco décadas. Atacar Obama seria como elogiar o regime militar; algo como lançar documentários denunciando a brutalidade selvagem de Getúlio Vargas ou cometer o pecado mortal de elogiar a monarquia, aquele sistema que deu ao país os seus melhores estadistas e que, perto do mar de podridão do socialismo petista, fica muito próximo da "Cidade do Sol". Obama é a sombra do jornalismo brasileiro; é o eco da burrice esquerdista nas planícies da América. É Luíz Inácio Lula da Silva falando com sotaque forçado e falso como uma nota de trinta reais. 

A imprensa teria muito o que criticar sobre Barack Obama - a operação "fast and furious" é uma piada, se comparada ao que o presidente dos EUA está fazendo a respeito dos direitos humanos, em países que podem ser colocados entre os piores inimigos que a América - se não a liberdade, o bom-senso e toda a humanidade - já viu. Obama faz por Cuba o que nem Brezhnev fez. O homem é a versão anglo-saxônica de Efialtes, e está entregando as cabeças de seus concidadãos sem misericórdia ou apego a qualquer um dos valores defendidos pela Revolução Americana. Como em um pesadelo transmutado em realidade, o líder máximo dos Estados Unidos da América está financiando regimes comunistas atraves da abertura comercial, de crédito (como, aliás, governos anteriores fizeram em escala mais discreta com a própria União Soviética e até mesmo com a Coreia do Norte) e inclusive de facilitação de comércio de armas, como no caso do Vietnã. O comandante-em-chefe já teria encontrado seu fim em um pelotão de fuzilamento, se o país estivesse nos tempos da Segunda Guerra, por alta traição. Como é possível que o povo americano tolere uma deformação como Obama, só Deus sabe - quanto à adoração dos jornalistas brasileiros, a resposta é óbvia. Destruir os Estados Unidos é aquilo que os imbecis da imprensa passam anos vendo como o sonho dourado da raça humana nos cursos de jornalismo. Destruir o "capitalismo imperialista" e substituí-lo pelo imperialismo marxista - aquele, que em 1968 pisou no crânio do "socialismo com face humana" - que é tão mais benevolente. Obama é a pessoa que qualquer universitário viciado escolheria para o cargo mais importante do governo dos EUA, porque é uma farsa e uma ameaça à soberania de sua própria nação.

É evidente que quase estimular o renascimento do comunismo internacional não é tudo: Obama leva a degeneração moral e a loucura ideológica a patamares "nunca antes vistos na História daquele país". Dizer que Obama é Lula não é piada: é a tragédia que se abateu sobre o Ocidente em outro capítulo, redigido em inglês. Quando o governo petista tentou aprovar o "kit gay", a sociedade brasileira entrou em um ataque de fúria - Obama conseguiu, com o imenso apoio logístico dos "gramscistas" americano, levar ao debate público a insanidade sem fim dos "banheiros unissex". É verdadeiramente desesperador assistir à queda da nação de George Washington: o país que viu seus filhos lutarem e morrerem pela liberdade agora se contorce para vomitar uma medida que irá perverter para sempre todo o senso de normalidade, até mesmo nos locais de ensino das crianças pequenas. Os founding fathers criariam um novo "1776" se estivessem vivos, e jogariam na lata de lixo da História a doença totaitária que alega defender a "diversidade". Como Lula, Obama é uma matrioshka de crimes infindáveis, e os banheiros unissex não seriam nada sem as campanhas contra o "bullying" contra o tabagismo, pela implantação dos casamentos "sex-lib" forçados a clérigos militares ou mesmo pela reforma dos hábitos alimentares da população americana, com o apoio de sua "esposa" - afinal, dizem que o sujeito não joga no time convencional. Se Patton ouvisse dizer que um presidente tentou forçar um rabino a conduzir um "casamento" como os dos "colegas" do democrata, a resposta seria uma bala de .45 no crânio do chefe do Executivo. Infelizmente, a revolução cultural conseguiu fazer secar a fonte da hombridade americana, e o que resta é o vexame demoníaco ou o circo da política dos EUA contemporâneos. Com uma lista de realizações tão notável, como a classe jornalística brasileira não amaria Obama?

Em um raro caso onde brasileiros não são movidos pela inveja, os jornalistas da nação latina descobriram alguém que são capazes de realizar por suas "realizações". Todo o fenômeno diz muito sobre a índole dos periodistas daqui, por sinal - são pessoas degeneradas, violentas e dispostas a estimular ou louvar os mais perversos crimes, em nome da ideologia totalitária. Cada um dos delitos do vigarista que comanda o que foi a maior nação da Terra é algo que a esquerda sonha em fazer aqui, ou superar em proporções da destruição. Na ânsia de "destruir o passado", "jogar por terra prisões e igrejas", os intellectuals podem ir longe, e Obama encarna o potencial devastador do socialismo "discreto". O democrata é a criação mais eficaz de George Soros, é o filho favorito da ONU e conseguiu fazer para Cuba aquilo que toda a militância bolchevique brasileira tentou, por meio século, sem sucesso. Todo marxista sabe, e jamais confessará: Obama é um deles, e está seguindo com maestria a trilha para o desastre, com passos leves e pausados.

Em vídeo - Olavo de Carvalho discute a cobertura da mídia sobre Barack Obama

quinta-feira, 19 de maio de 2016

O problema chamado PSDB

Discutir a possibilidade de ver uma direita representada pelo PSDB chega a ser uma piada - o nome do partido denuncia precisamente o que a sigla é. Como o partido de Lênin, é uma criação de intelectuais marxistas - entre eles, o senhor Fernando Henrique Cardoso, que, como o público inteiro sabe, é o maior portador nacional do fabianismo. Qualquer entusiasmo passageiro com a agremiação é uma armadilha e um convite para a decepção certa: é uma pena ver discursos de José Serra contra  - discretamente, é óbvio - o Foro de São Paulo, porque essas frases não pertencem a ele e roubam a atenção de figuras que querem dizer a verdade inteira e sem medo de ferir a sensibilidades de aliados. Entre os que têm muito mais a dizer estão Paulo Eduardo Martins, que é, verdadeiramente, um conservador e um inimigo do bolchevismo - qualquer passo das raposas velhas do partido em direção a uma postura mais crítica contra a "pátria grande" é apenas desinformação. O leitor pode se perguntar quais razões fazem do PSDB um partido tão ruim, um problema tão sério - a resposta é simples: o partido quer ser apenas mais um dos caminhos possíveis para "o comunismo", a "sociedade sem classes" ou outra das infames promessas irrealizáveis do movimento revolucionário. E este caminho, como apresentado por luminares do socialismo brasileiro, está pavimentado com legalização de drogas, assassinato - através da eutanásia ou do aborto - e outras das maravilhas pregadas cotidianamente pelo flagelo da humanidade.

George Soros tem um sósia no Brasil, e este homem é o nosso ex-presidente tucano. Tudo o que "a corporação" ordena é visto como mandamento divino pelo cacique máximo do socialismo científico "suave" do país. Como seria possível ver aliados em tipos como o antigo chefe do executivo? Sem ele, não haveria MST - os "assentamentos" em grande volume só tiveram início na década de 1990, com a bênção do tucanato. As primeiras regras para o desarmamento da população civil - incluindo a proibição do porte por pessoas que não sejam ligadas às forças armadas, às polícias ou ao judiciário - também foram forçadas goela abaixo do povo através da vontade de FHC. O mesmo cidadão, hoje em dia, vive para defender a legalização das principais fontes de sustentação financeira da maior força revolucionária que a América Latina já viu - as FARC. Não apenas isso: Fernando Henrique Cardoso, conforme já afirmou Olavo de Carvalho, foi um dos mentores do Foro de São Paulo, e só não ligou seu partido à "coordenação estratégica dos movimentos de esquerda da América do Sul" por medo de "prejudicar seu marketing" - afinal, Kerensky pode ser socialista, mas não quer se propagandear como um Lenin. O PSDB é uma armadilha e um desastre esperando para acontecer - a única solução para os riscos que esse partido oferece é a infiltração e a destruição da sigla por dentro, com a tomada de postos-chave por conservadores que estejam dispostos a apostar suas carreiras em esforços de "desmonte" da militância subversiva lá existente. Há quem esteja fazendo excelente trabalho dentro do partido, mas o que foi conseguido, até o momento, está longe de ser a vitória derradeira.

Por sorte, a população entende que o PSDB é uma sombra do inimigo. Nas manifestações, os líderes da organização foram expulsos e humilhados - tratamento que é apenas aquilo que eles merecem. Um partido de covardes vendidos, de pessoas que se recusaram a atacar os maiores inimigos do Brasil e a falarem a respeito dos verdadeiros problemas pelos quais a nação passou, não é digno qualquer respeito. Os chefes da sigla jamais falaram uma palavra a respeito da fraude eleitoral de 2014 - através dessa postura estratégica, demonstraram que estão dispostos a entregar a liberdade e a vontade soberana dos brasileiros, em troca de migalhas e de aparências. Os mesmos líderes nunca - repito, nunca - fizeram um comentário a respeito da maior organização criminosa da América Latina, o Foro de São Paulo. Como seria possível ver algum resquício de pensamento conservador em um grupo de oportunistas que não ataca a maior ameaça à civilização de seu continente, que até mesmo se recusa a "mencionar o nome da fera", até mesmo diante do colapso econômico e social ocasionado por essa mesma ameaça? A postura de Aécio Neves diante da derrota no pleito dá todas as respostas de que o povo precisa a respeito da natureza de sua agremiação: os social-democratas fazem parte do problema.

Olavo de Carvalho uma vez disse que "deve-se votar até mesmo no diabo para impedir que o PT se mantenha no poder". É verdade: é por isso que a maior parte do movimento conservador votou no PSDB. É uma decisão justificada e absolutamente necessária - a monarquia russa defendeu Kerensky porque sabia exatamente aonde a estória terminaria, sob o punho de ferro do partido leninista. Entre viver à beira do paredão de fuzilamento, tratado como animal nas profundezas do GULAG ou viver em um país governado por picaretas simpáticos a vícios pouco dignos, é evidente que a última opção ainda é melhor. Contra tiros, não há argumentos - contra políticos degenerados e pusilânimes, basta empregar, sem moderação, a verdade. O totalitarismo só pode ser derrubado com armas, como foi feito com Ceausescu. O fabianismo pode ser denunciado, humilhado e extirpado com a pena de mestres como o que criou a contra-revolução brasileira. A social-democracia deve ser usada como aríete eleitoral: uma vez derrotados os inimigos mais letais, deve ser descartada ou arruinada, a partir de seus próprios quadros. Por sorte, a maioria deles não possui preparo intelectual ou fibra moral o suficiente para a guerra - os conservadores, por sorte, estão redescobrindo a força da normalidade. Deus permite que os maus se destruam na sujeira que lançam contra o Criador, e dá aos ascéticos e perseverantes a vitória sobre as adversidades. Kerensky era fraco demais para os assassinos do partido bolchevique - apesar de maus, eram disciplinados. O Czar não contava com tropas disciplinadas para fazer frente a seus inimigos. No Brasil, fabianos e bolchevistas se permitiram dissolver na imundície - não restará qualquer coisa da esquerda, se o país tiver sorte. O PSDB deve ser - e está sendo - usado. Uma vez conquistado o máximo de espaço possível, a sigla deve ser jogada no esquecimento político - sem dúvidas, os líderes do partido deram o máximo de si para receberem essa resposta.

Em vídeo - Olavo de Carvalho discute a funçao do PSDB na estratégia marxista:


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