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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

A monstruosidade totalitária do "Artigo 13" europeu

O escritor russo Vladimir Bukovsky uma vez chamou a União Européia de "a nova União Soviética". Ele estava coberto de razão. O bloco é uma deformidade totalitária, cripto-socialista, que conduz sua administração rigorosamente da mesma forma que os antigos Estados partícipes do Pacto de Varsóvia - é um governo centralizador, tecnocrático, que determina regulamentações completamente alheias ou mesmo hostis à vontade do próprio povo, como mostrado dia após dia na atual "onda conservadora" que agita a esfera política da Hungria até o Reino Unido. A União Européia é uma gerência de tecnocratas esnobes e satisfeitos, que não entendem e não querem entender - não querem mesmo ouvir - o que deseja a população do continente. É um governo de traidores, de aspirantes a ditadores, de monstrinhos descendentes de nazistas, como um certo cidadão que atende por "Juncker". Cada pronunciamento, projeto de lei e ação política efetiva do bloco denuncia a tendência totalitária do projeto - os infames artigos 11 e 13 da diretriz de direitos autorais da UE é mais uma prova a hostilidade dos "comissários" da administração contra os anseios do povo europeu pelo direito mais do que legítimo à informação. Essa é uma tentativa descarada de assassinar os veículos de informação alternativos e mesmo a maior plataforma de vídeos da Internet, o Youtube.

O artigo 11 irá assassinar os veículos de media-watch e a grande parte dos veículos jornalísticos alternativos que surgiram no mundo com o advento dos blogs e das plataformas gratuitas para sites, como o Blogger e o Wordpress. Irá, basicamente, criar dificuldades absurdas e desproporcionais para qualquer um que escreve notícias com trechos de informações publicadas em outros veículos ou que faça até mesmo o uso de links para matérias originais (prática que é, aliás, adotada como norma por veículos jornalísticos ou mesmo publicações acadêmicas no Brasil). Não há nada mais normal do que citar fontes em veículos jornalísticos ou teses - isso faz parte do artigo ou matéria de qualidade. A União Europeia quer efetivamente aleijar esta parte absolutamente necessária da produção jornalística. Como qualquer escritor independente irá fazer referências em seus artigos a textos de outros indivíduos? É, de fato, a morte da liberdade que surgiu com os blogs, sob uma justificativa cretina e criminosa dos nossos "comissários do povo". Os canalhas totalitários tem a coragem de afirmar que essa medida visa a "regulamentação" do bom uso da liberdade de expressão - ou seja, visa o que o mundo inteiro convenciona chamar de censura, com as boas e velhas desculpas leninistas muito mal caricaturadas.

O artigo 13 irá, por sua vez, efetivamente destruir o Youtube, ao menos no formato em que ele existe, no território Europeu. Irá criar punições inauditas contra a plataforma em caso de publicações que violem as novas diretrizes da União Européias. É óbvio que isso levará o site ao seu fim no continente, e trará a conseqüente extinção de todos os veículos jornalísticos europeus independentes. É, seguramente, a maior barbaridade que já se fez contra a liberdade de expressão no Século XXI. É a mais cínica e brutal censura, travestida de "regulamentação" até mesmo de referências claras e declaradas a veículos de comunicação (que, na maioria das vezes, até desejariam essas referências). Os "comissários" europeus prostituíram as soberanias e liberdades de seus países de origem, e vestiram o manto fétido da GlavLit.

Os únicos favorecidos pelo processo de censura criado pelos "comissários" são os grandes grupos econômicos e suas ONGs de estimação, denunciados sistematicamente por alguns dos nomes mais importantes entre as mídias alternativas. Alex Jones já foi banido das redes sociais - todas as vozes críticas na Europa serão silenciadas em breve, com a imposição dos artigos 11 e 13. A famosa grande mídia européia, por sua vez, também ganha com o processo de censura contra os novos veículos - como a liberdade poderá sobreviver no bloco, só Deus sabe. O fato é que o povo europeu encontra-se sob a loucura criminosa e o punho de ferro das leis estabelecidas pelo "conselho" soviético articulado em Bruxelas. Mais uma vez, fica clara como cristal a necessidade de um novo processo de independências nacionais dentro da Europa, contra mais um império chefiado por alemães que, como Olavo de Carvalho bem disse, morrem de saudade de um bom chicote estalando nas costas. As novas diretrizes européias que serão impostas a todos os produtores de conteúdo - e de forma particularmente mais devastadora aos pequenos produtores e sites - são a prova inquestionável de que Vladimir Bukovsky tem razão. O continente mais rico do mundo está sendo regido por criminosos mal-intencionados, que ninguém elegeu, que ninguém desejaria eleger mesmo para a gerência de uma pizzaria, mas que arrotam importância em nome de um novo "centralismo democrático" vil e contrário a tudo o que deseja a vasta maioria da população.


terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

A eterna língua dupla dos vermes

Lenin sugeria: "acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é". O discurso atual da grande mídia sobre as redes sociais prova que a vasta maioria dos "jornalistas" continua seguindo fielmente a máxima de Ilich. A observação desse fenômeno mostra o quanto a intelligentsia teme a liberdade humana.

Durante a (assim chamada) "Primavera Árabe", os queridinhos periodistas da "bíutiful pípou" celebraram a glória das redes sociais. Sim - no evento que levou ao poder os grupos mais perversos de extremistas islâmicos, e que estabeleceu os alicerces do Estado Islâmico (só recentemente esmagado por Trump), as redes sociais foram celebradas como porta-vozes de "defensores da democracia e dos direitos humanos". Ainda hoje podemos encontrar esses ardentes "lutadores da democracia" pregando a morte aos infiéis, à América e a Israel nas principais redes.

Quando as redes sociais serviram de base de poder para o salafismo, foram retratadas como essenciais para a civilização. E hoje, o que são? São descritas como "fontes de notícias falsas", e como bastiões da "extrema-direita". A agenda da casta midiática não poderia ser mais óbvia, e contou com a colaboração dos gestores dessas mesmas redes sociais.

A política dos gestores das redes sociais, ao longo dos últimos anos, foi a seguinte: defesa incondicional da "liberdade de expressão" de salafistas e simpatizantes, e perseguição ostensiva a veículos de comunicação conservadores. Linda Sarsour - salafista que defendeu, em suas publicações, a mutilação genital feminina - tem seus perfis protegidos. Milo Yiannopoulos, articulista conservador, foi expulso da segunda maior rede social. É assim que funciona.

A orientação geral chega, hoje, no caso extremo dessa mesma rede social que baniu Milo, à verificação do "histórico político" de usuários. Em outras palavras: conservadores podem ser proibidos de abrir uma conta. Essa é a "liberdade de expressão" do establishment politicamente correto. Já os salafistas, continuam confortavelmente protegidos. Todo discurso conservador será proibido, e o que sobreviver será categorizado como "Fake News".

Todo o discurso da grande imprensa sobre "Fake News" é conversa mole. Os jornalistas modernos não acreditam em verdade ou mentira - eles simplesmente se entendem como "agentes de transformação social" favoráveis às doutrinas do politicamente correto, ou do marxismo mais fracassado e clássico, no caso da imprensa latino-americana. Não há "Real News" nos grandes veículos de comunicação. Há apenas propaganda, seja ela politicamente correta, marxista-leninista, salafista ou anti-ocidental. Esses indivíduos não podem ser considerados parte da Civilização Ocidental. Eles apenas vivem dos benefícios disponíveis nessa civilização. Eles não tem amor pela liberdade sem amor pela liberdade DELES, e dos colegas de partido. Eles estão dispostos a destruir essa mesma civilização, se isso for do interesse de seus grupos e de seu poder. Eles são, podemos concluir, apenas parasitas - vermes. Sua arma mais característica é a que Olavo de Carvalho muito bem descreve como "a língua dupla do demônio", que é a mesma do bom e velho bolchevismo. Falar a verdade (e retomar o espaço nos veículos de comunicação) é a estratégia para remover esses parasitas, e a melhor maneira de cortar essa língua de uma escória que não merece pisar neste planeta.

Mais sobre o tema - comentário de Paul Joseph Watson sobre Linda Sarsour:

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

A decomposição da esquerda americana

O ano de 2017 foi traumático para a esquerda dos Estados Unidos e para os círculos globalistas (na maior potência do Ocidente e em outros países). A sucessão de escândalos de abusos sexuais desmontou o que restava de credibilidade da grande mídia e, em particular, de Hollywood. Ficou claro, para o mundo inteiro, que a elite da esquerda e da mídia nada mais é do que uma casta de pedófilos, de estupradores hipócritas, que tentam convencer o resto da população sobre os "males" da masculinidade e da civilização tradicional.  Eles - a elite degenerada - quer convencer a vasta maioria da população de que o povo é a fonte da deformidade, quando fica muito claro quem são as pessoas envolvidas nos escândalos. Pode-se falar, por exemplo, na própria família Clinton (envolvida com  Epstein, líder do grupo internacional de pedófilos), ou em Weinstein - o estuprador mais "prolífico" dos Estados Unidos. Celebridades como Affleck e Spacey também estão no lixo até o pescoço, com acusações de estupro e pedofilia. O antigo vice-presidente dos Estados Unidos, queridinho da esquerda, chamado até de "tio" pelos socialistas ocidentais, agora é conhecido como "Creepy Uncle Joe" ("Tio Joe, o Pervertido"), graças a uma suspeita muito bem fundamentada. O "progressismo" virou um circo de horrores, uma exposição de doenças mentais, encarnadas em figuras decrépitas, nojentas, que mostram muito bem por que o Ocidente precisa de uma mudança severa em suas estruturas de poder - um processo de remoção cirúrgica da elite globalista e de seus parasitas-sócios das varidadas esquerdas, que vivem da corrupção da conduta humana normal.

Tudo indica que a sucessão de escândalos não acabou. Como está sendo muito bem exposto pela rede de notícias independente InfoWars, de Alex Jones, parece que a "melhor amiga" de Weinstein e parceira de crimes do magnata midiático democrata também terá alguns "esqueletos" revelados ao público em breve. Estamos falando da maior apresentadora dos Estados Unidos - uma que, seguramente, é a personalidade de esquerda mais querida pelo público norte-americano. As imagens, que agora se tornam virais, mostram essa senhora beijando, literalmente, o pescoço de Weinstein. O que ainda não se sabe sobre os crimes cometidos pela elite midiática? O que o público ainda tem a descobrir sobre os esquemas do próprio Weinstein, e sobre as pessoas que colaboraram com ele para o abuso de dezenas de atrizes americanas e europeias? Muita coisa irá ser revelada - o pouco que já apareceu foi o suficiente para uma sangria nunca antes vista na sombra de reputação que restava aos "olimpianos" do cinema e da televisão. A Babilônia da mentira, da presunção e do crime orgulhoso está morrendo sufocada por seu próprio fedor. Essa é a agonia da esquerda dos Estados Unidos, que só poderá se erguer com força, mais uma vez, por algum tipo de campanha mosntruosa de mentira descarada e desinformação em escala industrial, que sabemos ser perfeitamente possível para os psicopatas das varias matizes da esquerda. Até o momento, graças a Deus, a fera demoníaca está apenas gritando de dor.

A esquerda dos Estados Unidos agora vê a apresentadora mais querida do Partido Democrata - a mencionada parceira de Weinstein - como possível candidata à Presidência. É um sinal dos tempos. Se as suspeitas sobre a personalidade se confirmarem, há muito mais crimes do magnata que podem vir a público, e, em muitos deles, houve a colaboração e mesmo participação (nos atos que foram a finalidade da "parceria") dessa senhora. A esquerda não se contenta em financiar a corrupção e a destruição do Ocidente, não se contenta em eleger partidários do islam radical ou militantes da ideologia mais genocidade que o planeta já viu - agora, os "guias iluminados da humanidade" querem colocar prostitutas e cafetãs no controle da maior máquina de guerra das Américas. Essa seria a cristalização dos sonhos dourados da Escola de Frankfurt - seria a revolução do prostíbulo, convertido em palácio de governo. E seria um triste fim para a nação que, um dia, teve líderes como George Washington, conhecido por sua fidelidade à religião cristã e por sua conduta de nobreza férrea, incapaz de cometer os mais mínimos abusos ou desvios em benefício próprio, mesmo quando atacado por toda a opinião pública. De nação de heróis da fé e da liberdade, a América passaria a bordel particular de criaturas que se gabam de sua vilania e doença, que, como a possível candidata, beijam a carcaça imunda de criminosos, estupradores, em homenagem à maldade orgulhosa. Os cristãos têm a obrigação de rezar e lutar para que isso não aconteça, e para que esses criminosos tenham o único destino que merecem - apodrecer no fundo da cadeia, esquecidos e destituídos de qualquer possibilidade de cometerem novamente seus atos contra a humanidade.

Mais sobre o tema - Paul Joseph Watson e Alex Jones discutem escândalos de Weinstein e possível parceria do magnata com a apresentadora mais adorada pela esquerda americana:

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

A dialética da casta televisiva

Os escândalos de Hollywood e os casos identificados da casta midiática brasileira ilustram que mesmo a "elite iluminada" se permite, eventualmente, contaminar por seu próprio veneno. É possível cultivar o poder familiar e, em casos pontuais, se corromper até a medula - exemplo estranho e emblemático é o cantor de MPB que, aos 40, abusou de uma moça de 13, que hoje é sua esposa. A síntese de condições tão incompatíveis é o moralismo de uma pós-modernidade fundamentalista - é proibido proibir em absoluto - condensado praticamente em um "Vaticano dos globais", que conseguem, ao mesmo tempo, cultivar famílias sólidas e influentes, enquanto estão a pregar a demolição de todas as estruturas normais para o resto da sociedade. O moralismo dessa síntese é cristalizado nos "dogmas" ideológicos, linguísticos e estéticos - o feminismo e os "de gênero" mostram muito bem esse aspecto. Esta síntese maldita, a "língua dupla do demônio", também foi vista nas correntes antigas do marxismo, como na ideologia soviética, que conjugou em um mesmo período histórico o moralismo quase monástico do socialismo real (e mesmo da relação do próprio Stalin com seus associados e descendentes) com a depravação completa de Beria, Yezhov e companhia, conhecidos por abusos sexuais contra homens e mulheres. A casta que dita a ideologia submete os militantes imbecilizados, faz uso do estímulo contraditório, e consegue colocar a si mesma como "além de qualquer crítica", como "perfeita", no momento em que ela mesma afunda na imundície. Assim atuam nossos queridos midiáticos brasileiros. 

A língua dupla da beautiful people impressiona: em um dia, há propaganda aberta da dissolução da normalidade. Mulheres são induzidas, pela casta televisiva, a chamar a si mesmas de "prostitutas" ou títulos piores. Uma semana após a propaganda da demolição, os próprios autores da divulgação ideológica se fecham em uma carapaça familar tradicional intocável, até mesmo se mudando para "a terra do imperialismo", como se não houvesse nada de imoral em submeter seus compatriotas a injeções de deformação civilizacional, ao mesmo tempo em que a pureza quase Quaker do lar dos olímpicos é mantida sem um arranhão sequer. A única pessoa que entendeu o que se passa é o filósofo da Virgínia: eles querem restaurar a situação romana. A síntese é a mutação completa da sociedade em uma massa de animais, de indivíduos movidos pelos instintos mais baixos e sem qualquer possibilidade de proteção pela família - portanto, sem chances de atuar em qualquer mudança política ou de manter ação histórica - sob a orientação "iluminada" de famílias de "patrícios" rigorosamente patriarcais, com um ou outro indivíduo capaz de crimes e atrocidades contra a raça humana que fariam Calígula corar. Os novos donos do mundo são capazes disso. Weinstein, grande financiador da esquerda, milionário hollywoodiano, foi pego em dezenas de estupros. O ápice da elite internacional, Bill, o queridinho da família mais amada pelo Partido Democrata, conforme Paul Joseph Watson, deve explicações sobre envolvimento com um magnata acusado de possuir uma ilha dedicada à prática do tráfico de pessoas e à pedofilia - chamada "Orgy Island" ("Ilha das Orgias").

A direita fica atordoada diante dos contrastes insolúveis nas condutas dos senhores do mundo moderno, mas não deveria. O movimento revolucionário produziu o "nacional-socialismo", produziu o "nacional-bolchevismo", produziu Hitler, Stalin e Beria, Trotsky e Kim Jong-Un, Lenin e Gramsci. Produziu, naturalmente, Genro e Maduro. A ideologia vive de suas subdivisões, se multiplica como a planária, e sempre usa o que houver de mais brutal e eficaz nos dois, três ou mil caminhos que decidir trilhar ao mesmo tempo. Um dos mais eficazes remédios contra sua propagação é a denúncia do mecanismo das mentiras, do crime, que são a essência de todos aqueles que distraem com a bilinguis maledictus e governam com a Kalashnikov.

Mais sobre o tema - reportagem do canal InfoWars sobre o escândalo dos estupros cometidos por um financiador da esquerda americana em Hollywood:


Sobre as elites globalistas e a pedofilia - reportagem de Paul Joseph Watson, com legendas em português disponibilizadas pelo canal Tradutores de Direita:

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Famílias, poder e a demolição do Ocidente

Para compreender a doutrina do sex-lib, ou melhor, os objetivos que justificam a existência dessa doutrina, é necessário compreender o que a doutrina destruirá. Ela não foi criada para destruir "todas as famílias" - foi propagada para destruir apenas algumas famílias. Olavo de Carvalho explica com maestria o problema, e sempre deixa claro que é necessário, em primeiro lugar, identificar os agentes históricos, que só podem necessariamente ser os grandes movimentos de massa, as grandes religiões tradicionais e as dinastias que controlam o poder econômico ou Estatal-militar em cada país. Por que essas dinastias querem destruir algumas famílias?

As famílias sempre foram pequenos núcleos de poder independente. Nas palavras do professor, sempre foram focos de resistência ao Estado. Por que Rothschild e Rockefeller querem destruir as famílias dos "Average Joes"? Porque cada pequeno lar pode dar origem a alguma pequena empresa, que pode se tornar uma grande empresa, e pode disputar espaço no mundo econômico com outras grandes empresas, incluindo as dos insiders. A propagação da estupidez entre a classe média nada mais é do que um dumping exclusivo para os que não estão no topo do poder, com o único propósito de desestruturar os "novos entrantes". Por que o Estado chinês faz o mesmo? Porque as famílias podem ser o início de movimentos políticos infinitamente maiores do que o restrito círculo de influência imediata e instantânea de um casal e seus filhos - a herança e a sucessão podem estabelecer vínculos poderosos o suficiente para a conquista de um partido, de uma província ou mesmo de um país, e há dezenas de exemplos deste fenômeno na História, desde Roma até Gêngis Khan e Tamerlão. Dinastias que duraram séculos - algumas com influência até hoje, como os descendentes do "Imperador do Mundo", na Ásia Central, que tiveram poder na idade média e continuam sendo símbolos do poder nas sociedades tengristas ou ex-tengristas convertidas ao islam.

Uma vez que entendido o propósito econômico ou político da medida, fica muito fácil entender porque toda a elite internacional se protege em círculos familiares estáveis e saudáveis. O poder não pode ser entregue, não se abre mão da influência. Apenas um rico extremamente idiota iria fomentar o sex-lib entre os seus descententes - o trabalho de uma vida se reforça, se expande e deve ser trabalhado na concepção do brilho e da glória do  esforço de uma linhagem, pelos séculos. Nenhum dos "Bilderbergers" ou mesmo dos nossos provincianos midiáticos "globais" quer jogar fora uma vida de trabalho com filhos estúpidos e dissolutos. Os globais, e disso há exemplos às dezenas, também protegem os seus. A elite opera assim, porque tem consciência da necessidade de manutenção da ação histórica, e isso só é possível através da ligação de sangue. Deixem que os "idiotas" da classe média de destruam no vício químico ou físico, nas doenças sexualmente transmissíveis e nos relacionamentos que são estéreis por natureza. Para os ricos, na concepção dos monstrinhos que governam o mundo, toda a glória, os herdeiros e a riqueza, por toda a eternidade.

Apesar da existência de objetivos claros nas agendas políticas pós-modernas, que nenhuma relação têm com os discursos disconexos e hostis entre si dos militantes atordoados, até mesmo a elite global eventualmente é atingida por seu próprio veneno. Algo do que espalham entre as massas estupidificadas vem da própria vilania praticada pelas castas abastadas. Weinstein e o que ocorre entre os "globais" são testemunhos claros das doenças mentais que atingem os olímpicos do planeta. Hollywood se tornou um paraíso de pedófilos, e a casta midiática brasileira não fica muito distante disso, como bem mostra o caso do cantor de MPB envolvido da defesa de exposições de pedofilia que, aos 40 anos, molestou uma menina de 13 (que hoje é sua esposa). Este modelo de podridão é uma amostra histórica de ocasiões onde o "feitiço se volta contra o feiticeiro". Todos conhecem muito bem a natureza das doenças das classes televisivas do país. Assim como Hollywood, a cultura de massa do Brasil é regida por estupradores de crianças e atrizes. O único alívio que a humanidade pode ter é a descoberta de alguns dos crimes e eventual punição dos responsáveis - cortar a cabeça da serpente é bem mais complicado, porque os atores históricos são linhagens, não espécimes. Um trabalho bem mais amplo é necessário para limpar o mundo de tipos como os que parasitam os veículos de comunicação de massa. Tirar essas famílias de seus postos é o dever das gerações atuais e futuras de conservadores.

Mais sobre o tema - Bernardo Küster, aluno do Curso Online de Filosofia de Olavo de Carvalho, discute a promoção do sex-lib e a estratégia de manutenção do poder das dinastias globalistas:

domingo, 1 de outubro de 2017

Sobre a farsa do "fim do comunismo"

Para uma ideologia que "morreu" com a queda do muro de Berlim, em 1989, o comunismo permanece bastante perigoso. Mata pessoas diariamente no Laogai chinês, nas ruas da Venezuela, tira as vidas de centenas de inocentes em toda a América Latina através das ações das FARC e associados, mesmo no Brasil, e chega a ameaçar o planeta inteiro com a possibilidade de um holocausto nuclear como nunca visto, através do cachorro louco Kim Jong-Un. Mais uma vez, o grande filósofo da Virgínia tem razão - como tinha, em 2006, ao denunciar com uma década de antecedência a empreitada que seria feita no Brasil pela esquerda chique para a legalização da pedofilia. Para saber o que irá acontecer na História, é preciso acompanhar os movimentos estratégicos dos atores políticos, e os que comandam a direção do Estado chinês, russo, norte-coreano, que comandam cada pelotão das FARC e cada partido marxista ensandecido da América do Sul são o mesmo grupo de discípulos de Lenin que assegurou a expansão do poder soviético no Leste Europeu, nos países em desenvolvimento e cada ação do complexo NKVD-KGB-FSB. Se o grupo é o mesmo, as cabeças são as mesmas, e se as cabeças são as mesmas, os objetivos não mudaram muito, como fica claro através da observação de cada gesto de loucura dos "queridos líderes".

Como já foi explicado uma centena de vezes pelo escritor mais preciso da modernidade, antes do fim do regime soviético, houve uma mudança estratégica considerável na direção dos esforços da inteligência bolchevista - Beria, como Montefiore explica em A Corte do Czar Vermelho, já discutia a ineficiência da economia planificada. Diante a incapacidade de controlar o sistema produtivo, a direção determinou que a meta da inteligência e da militância era o controle de tudo o que poderia haver além dela - cultura de massa, imprensa, universidades e mercado editorial. Foi a cristalização do programa estratégico desenhado por Gramsci, ainda na primeira metade do século, que foi incansavelmente estudado por toda a esquerda, e ainda é considerado um dos mais importantes autores marxistas do período, possivelmente perdendo o primeiro lugar apenas para Lenin. A conquista de todo o sistema educacional e cultural, assim como o domínio das estruturas de poder informais (entre as quais está o crime) é muito mais emergencial do que os pyat'letki. Ter toda a imprensa e a academia ocidentais, assim como as máfias e organizações de traficantes de entorpecentes, ao lado do movimento é algo muito mais urgente do que fundar "Estados proletários" destinados ao fracasso econômico e à fome assassina. As roupas mudaram, mas o manequim é o mesmo.

A Rússia e a China não são incógnitas - são o que sempre foram. São autocracias brutais, genocidas, dispostas ao extermínio de 80% da humanidade (nas palavras de Mao), desde que o poder absoluto da casta governamental esteja assegurado. Os homens no comando são os mesmos do tempo do Pacto de Varsóvia - Putin confessou que "só há ex-tchekistas no cemitério", Lukashenko nem sequer se deu ao trabalho de mudar muito o terno. O regime de Xi Jinping se mostra cada vez mais agressivo nos oceanos vizinhos, e não esconde a intenção de um conflito militar de grandes proporções contra os EUA  e aliados. Qualquer mudança de discurso, orientação econômica ou mesmo verniz civilizacional é adotado apenas para assegurar o poder da "troika" lendária da qual falava Viktor Suvorov, Exército-NKVD-Partido - hoje, fica claro que o lado mais forte, na Rússia, é a inteligência, e na China é o exército. A economia de mercado chinesa foi edificada com o único propósito de assegurar a indestrutibilidade do Exército de Libertação Popular, o maior em contingente e com um dos mais avançados aparatos tecnológicos do mundo, assim como o fim da URSS foi realizado apenas com o objetivo de assugurar o poder das redes informais já estabelecidas pelo complexo do NKVD e GRU com o crime organizado internacional e os movimentos aliados ao redor do planeta. As FARC são apenas o parceiro mais "óbvio". O poder absoluto de Putin não é surpresa - a democracia russa é apenas o verniz. A substância do regime é feita dos mesmos indivíduos que comandaram o GULag ao longo de 70 anos, e que espalharam o sofrimento, a cocaína e a morte por cinco continentes.

Assim como a economia de mercado pode eventualmente ser útil à "troika", em um determinado momento, o conflito aberto também pode ter uma finalidade prática - ou a mera ameaça pode trazer algumas vantagens. Os regimes comunistas - por consequência, suas castas governamentais, suas "nomenklaturas" - se acostumaram a receber gordas somas de recursos como forma de "ajuda humanitária" ou "tecnológica". O regime norte-coreano também o fez. Assim como fizeram com seus povos, por meio do furto, do assassinato, dos trabalhos forçados e do saque, tentam fazer com todas as nações civilizadas. Isso é a própria natureza da "economia de guerra", que é, em grande medida, a única economia que os burocratas foram capazes de "edificar" - nada de grandes sonhos socialistas, na prática, como gerações de militantes desiludidos ou fuzilados puderam constatar através de testemunho direto. É assim que funciona: ou o mundo se dobra aos objetivos da troika, ou todos iremos queimar no apocalipse atômico. Paz quando a paz for necessária, guerra quando o inimigo resistir - "se ele resistir, deve ser exterminado", nas palavras de Ilich.

Os últimos acontecimentos deixaram clara a unidade estratégica dos objetivos das castas dominantes da Rússia, China Venezuela, Coreia do Norte e mais a constelação de nações governadas por movimentos revolucionários (o Irã é um caso interessante, que mistura o discurso revolucionário marxista clássico com o Islam, na amálgama criada por Sayyid Qutb). A mudança cosmética no discurso russo não muda em nada a essência dos "timoneiros" - o Estado totalitário, o discurso "anti-imperialista" e a busca da redenção através do "holocausto revolucionário" ainda são o norte da família. O poder absoluto ainda é a única alternativa aceitável, a qualquer custo - e este é o mesmo raciocício cultivado por Lenin, quando planejou a NEP. Vladimir Ilich Ulyanov continua deitado sossegadamente, na praça vermelha, com sua alma tendo um breve momento de riso nas profundezas do inferno, ao saber que seus estudantes conseguiram aprender alguma coisa.

Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho discute ideologia da inteligência russa e programa estratégico do Estado de Putin:

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Sobre a censura no monopólio da Internet

A recente tendência de "desmonetização" de veículos de comunicação conservadores chega ao cúmulo do ridículo, com ataques velados mesmo a trechos a respeito da arte moderna, como o publicado por Paul Joseph Watson, que faz referência à percepção de Roger Scruton sobre as "obras de arte desconstrucionistas". O vídeo de Watson foi considerado "perturbador" para alguns públicos (possivelmente, para os inúteis que se formam nas escolas contemporâneas de artes ou ciências humanas). Um vídeo satírico do canal Rebel Media, em que o palestrante faz uma piada acadêmica com a audiência, também saiu do ar (e foi retirado por um estudante que se sentiu ofendido por não entender a blague). A censura triunfa, impera e emburrece alegremente o público do mundo - não se resume apenas às fracassadas instituições de ensino superior.

É assustador observar como o capitalismo tende ao socialismo, desde os tempos dos irmãos Sverdlov e até mesmo durante o século XIX. Marx foi patrocinado por um industrial, e o socialismo dos dias de hoje vive com aparelhos supridos com os infinitos recursos de senhores como o financista/colaborador húngaro do nazismo que conhecemos bem. Por alguma razão incompreensível, o maior monopólio da Internt, que inclui o principal site de vídeos e o principal site de buscas, também decidiu sustentar a ideologia totalitária. Parece que os jovens estudantes que trabalham na corporação (e os donos dela) não entendem que sua riqueza vem da livre circulação de informações. Transformar seus meios em mordaças será matar sua própria fonte de recursos. Aparentemente, os grandes capitalistas também são, após a mudança para a mentalidade "metacapitalista", suicidas.

A humanidade normal já sobreviveu a todos os piores regimes da História, derrubou o nazismo e rejeitou, quase universalmente, a brutalidade marxista. Não obstante, poderá ser bem difícil superar o controle das informações, se praticado por organizações tão vastas como as que agora se voltam contra a liberdade. Os conservadores deverão encontrar caminhos alternativos para suas publicações - novas redes sociais, sites de vídeos, sites de busca ou qualquer ferramenta que permita contornar os olhos vigilantes dos criadinhos do globalismo. Olavo de Carvalho diz que a vida é feita da tensão constante e do conflito, da necessidade de superar obstáculos sucessivos: a charada da censura, praticada pelos meios que prometeram ser os alto-falantes da liberdade, é o problema sobre o qual devemos nos debruçar. Resolvê-lo será uma brisa de ar puro para as próximas gerações.

Uma abordagem interessante é a adotada pelo veículo InfoWars, que não apenas criou seu próprio mecanismo de propaganda (custeio das operações) e desenvolve ferramentas para transmitir vídeos, bem como um sistema de rádio tradicional. No fim do dia, os recursos mais tradicionais do jornalismo podem se mostrar o remédio contra o totalitarismo digital. Outros veículos de comunicação e personalidades do movimento conservador dos Estados Unidos fazem o mesmo, com sucesso e com muito mais alcance do que a mainstream media. Não obstante, é essencial desenvolver algum equivalente ao monopólio atual - é preciso criar uma nova plataforma para vídeos e novos mecanismos de busca, assim como redes sociais. A estratégia de Sun Tzu também não deve ser descartada - todo conservador deve saber que a vitória mais eficiente é aquela na qual não se dispara um único tiro. A ocupação de espaços não deve ser apenas uma "alternativa" - deve ser um dos objetivos mais emergenciais do movimento conservador. O vazamento do texto de um funcionário do monopólio demonstra que, mesmo nas fortalezas do "politicamente correto", há cabeças que pensam como os seres humanos saudáveis.

Mais sobre o tema - Paul Joseph Watson discute a nova censura na Internet:

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Sobre a decisão de Trump pela restrição de perfil de recrutas no exército dos EUA

Ao longo do Século XX, as forças armadas de praticamente todos os países do mundo se mantiveram exatamente como nos últimos sete mil anos de civilização. Não há "politicamente correto" na cultura do quartel, e qualquer pessoa que tenha passado ao menos cinco minutos ao lado de amigos militares sabe disto. A vida marcial significa sofrimento, violência física constante, humilhações de superiores que transcendem os limites da racionalidade humana, e uma boa dose de abuso psicológico - os relatos de um amigo de infância, e o testemunho de familiares que o ajudaramem momentos difíceis, reforçam essa impressão. Estamos falando de murros no rosto de rapazes de 19, 20, 21 anos, que, em alguns casos, vêm de famílias absolutamente normais e estáveis. É um choque gigantesco, e a ele se soma a necessidade da negação pessoal, física e imediata de qualquer conforto ou segurança - pensem em oficiais de forças de segurança de uma cidade como o Rio de Janeiro. A vida militar é sacrifício do próprio corpo. Seus princípios são incompatíveis com os de qualquer pessoa que valorize tanto sua própria condição física que esteja disposta a pagar centenas de reais (ou dólares) para uma "customização", ao gosto de suas preferências subjetivas. Não há lugar para preferências no quartel.

O apego (que justifica investimentos astronômicos em cirurgias cosméticas) também sugere um tipo de insatisfação que indica instabilidade. Um homem ou uma mulher que esteja prestes a disparar um fuzil contra uma figura hostil, no campo de batalha, sob explosões de granadas e ferido por estilhaços, não pode estar sujeito a instabilidades de qualquer ordem. A vida militar deve ser fundamentada na disciplina, na ordem - apenas essa orientação permite o fiel respeito às ordens de superiores, que podem, eventualmente, significar a morte do próprio militar. Essa é a verdade desagradável sobre a vida heróica das pessoas que nos defendem (chamadas injustamente de "opressoras" pela militância politicamente correta). Não há escolhas - há apenas a obediência e a disciplina feroz. Essa é a natureza de todas as forças armadas do mundo (ou todas as não-ocidentais modernas). A própria mentalidade burguesa das "escolhas", "preferências", "gostos" e "opiniões" é contrária à mentalidade marcial: não é sem razão que os integrantes dos exércitos de todos os países se referem de maneira pejorativa aos civis, desde sempre. No Brasil, "eles", os civis, são os PIs, os "Pés Inchados", os inúteis, preguiçosos, gordos e descartáveis, que não entendem o valor de "nós", que nos colocados diante de fogo de armas de guerra, pela vida de nossos compatriotas.

O politicamente correto, como toda ideologia, é uma distorção doentia da realidade, que tenta conformá-la aos preconceitos de um sistema de ideias que promete um "mundo perfetio", desde que os seus preceitos "X" ou "Y" sejam seguidos. A ideologia discutida pretende que há uma "igualdade absoluta" entre todo e qualquer comportamento, o que, por definição, obriga o ideólogo a negar qualquer especificidade de qualquer estilo de vida, ou negar a natureza particular de uma carreira - seria um absurdo, para a beautiful people, afirmar que a vida militar exige características específicas de seus integrantes. Seria mais absurdo ainda afirmar que um militar... precisaria seguir um estilo de vida militar. O quartel não é um paraíso: infelizmente, a realidade não é boa o bastante para os óculos cor-de-rosa dos ideólogos. Ainda que seja odiado pela mainstream media e pelos militantes das esquerdas de todos os continentes, Trump está correto. As maiores forças armadas do mundo, na Ásia e - as que ainda são normais - na Europa dão prova deste fato.

Mais sobre o tema - comentário publicado pelo veículo de comunicação The Blaze sobre a "desmasculinização" dos rapazes pelo movimento feminista, em instituições de ensino e veículos de comunicação:


Sobre "ideologia de gênero" e o politicamente correto - comentário do padre Paulo Ricardo a respeito das origens da política sex-lib instituída por Barack Obama nas forças armadas dos Estados Unidos:

sábado, 8 de abril de 2017

Não há jornalismo na grande imprensa

Ler jornais ou assistir a reportagens na televisão passsou a ser algo inútil - salvo como distração, para os que têm mau gosto. Ainda é possível encontrar opiniões nos sites da "grande imprensa", e mesmo assim são raras as que possuem alguma relevância ou substância - em grande parte, o vácuo intelectual se deve à formação medíocre dos jornalistas modernos. Para leituras partidárias, os portais definitivamente oferecem mais riqueza - especialmente para a audiência de esquerda, que encontra seu eco confortável em sites parentes do "Vermelho.org". O mesmo vale para a direita. Para encontrar jornalismo - jornalismo de verdade, notícias, informações com fontes citadas e com algum fundamento, vindo de uma formação respeitável do escritor, para a verdadeira compreensão da realidade - resta apenas a internet. Sites como o WND oferecem jornalismo investigativo, sem medo de "dar nome aos bois", com a exposição clara dos fatos e fontes -  em outras palavras, oferecem o que sempre se convencionou chamar de "jornalismo", ao contrário do mar de estupidez e imundície que é passado aos novos redatores nas universidades do nosso tempo. A distorção promovida pela grande imprensa é medonha, estranha, incrível e chega a tornar o leitor um pouco menos perspicaz, a cada notícia. Não há informação ou um mínimo de esforço de exposição e compreensão da realidade na grande imprensa internacional, e muito menos há algo remotamente parecido com isso nos grandes veículos brasileiros, que são os produtos da digestão mal-feita do sub-jornalismo global. O jornalismo, nos escritórios da grande imprensa, está morto e apodrecido.

O jornalismo norte-americano se emburreceu, recrudesceu, adotou a "novilíngua" da horda de asnos dos cursos de humanidades. Não há descrição de fatos, mas deformação consciente (ou inconsciente, já automatizada pela padronização infinita e pela força colossal da peer pressure) em prol das bandeiras X ou Y. Tentar ler notícias - esperando encontrar a descrição remotamente próxima dos ocorridos - nos veículos de comunicação "respeitados" dos Estados Unidos é tornar-se um pouco mais burro. Essas plataformas já não estão no campo das obras da Comunicação Social: são fenômenos de teratologia política - até mesmo, cada vez mais, sexual. São aberrações, e devem ser estudadas como tais. O jornal americano mais cultuado pelos colunistas do mainstream brasileiro sobrevive graças a aluguel de parte de suas instalações - é ótimo que seja assim. O veículo abriu mão de qualquer imparcialidade - tornou-se parte da assessoria de imprensa do Partido Democrata. Outros veículos pop á fazem celebração aberta da pedofilia - como, de forma magistral, Paul Joseph Watson revela. Em nome do "politicamente correto", crimes brutais e uma conduta maligna por natureza são dados retratados como "doenças", e seus "portadores" como "heróis" que resistem bravamente à vontade de agredir crianças, da forma mais covarde imaginável. Essa infâmia é o que o mainstream chama de jornalismo. É a morte da informação, a morte da profissão jornalística, a morte de qualquer compromisso com a verdade e o sintoma claro da morte da inteligência dos criminosos que formaram esses profissionais - não há que se falar na morte da inteligência dos mesmos, que muito provavelmente nunca a tiveram.

A descrição de casos de terrorismo não foge à regra, nunca. A grande imprensa tem uma incapacidade patética de dizer o nome de uma determinada religião. Não se pode escrever "Estado Islâmico" - o nome é "ISIS", Quem sabe, é "ISIL" - ao menos para Obama, defensor ainda mais asinino do indefensável. Não importa que todos os dados da História provem a necessidade de "dar nome aos bois", não importa que grandes teólogos provem por A mais B que o conjunto da obra dos militantes seja cópia fiel dos atos do fundador do credo - a castração da inteligência foi mais violenta, e defiitivamente matou a fertilidade dos cérebros dos jornalistas da grande mídia. É mais uma "parede de rochas, impenetrável", conforme a descrição dada por Olavo de Carvalho. No caso do atentado à boate, na Flórida, os profissionais de imprensa se recusaram a culpar o extremismo salafista - nunca, jamais cometeriam tal "crimideia". A culpa, é óbvio, foi da NRA - na França, onde não há NRAs ou o que o valha, a culpa pode ter sido dos católicos, dos protestantes ou dos hare-krishnas. Essas são as proporções da distorção, da deformação, da vilania, da negação sistemática e canalha dos fatos - de um crime contra a inteligência, em escala global. A parte da humanidade que ainda não se curvou à patocracia - conforme Łobaczewski - deverá, um dia, julgar e condenar os animais que tentaram subverter a tal ponto a capacidade normal de ver e compreender a realidade. Sim, nomes da grande mídia que se rendem à ditadura linguística merecem o título de "animais", e, para a sobrevivência da civilização, é melhor que as pessoas comuns passem a tratá-los da forma que merecem. É melhor que as pessoas comuns os coloquem para trabalhar em ofícios mais adequados, como puxar carroças ou servir de montaria - alguns fariam questão da última ideia, felizes e realizados.

Mais sobre o tema - Gavin McInnes, colunista do canal Rebel Media, fala sobre a grande imprensa internacional:

domingo, 26 de março de 2017

O burguês bolchevique e por que o socialismo nasce morto

O socialismo é impossível porque não há sociedade sem hierarquia, não há sociedades sem "favorecidos e desfavorecidos". Milênios de insurreições populares, revoluções das mais diversas cores e palavreado colorido de "líderes iluminados", seguido de ações não tão coloridas, dão testemunho da impossibilidade de um mundo sem "mestres e servos". Há, evidentemente, servos que querem se tornar mestres, ou mestres não tão ricos, que querem apenas se tornar ainda mais "magistrais". Esse é o resumo da História do socilalismo, e isso explica porque tantos burgueses conferem apoio entusiástico ao movimento revolucionário - em caso de dúvidas, consulte a biografia do senhor George Soros.

A rússia soviética não foi construída por "camponeses, operários e soldados". O RKKA (Raboche-Krestiánskaya Krásnaya Ármiya) não foi comandado pelos trabalhadores, e "nikogdá býl". O estado revolucionário por excelência foi construído pela elite financeira e intelectual russa - Lenin não nasceu em casebre, mas em uma linhagem de nobres e - literalmente - banqueiros. A gana da liderança revolucionária não é "acabar com as elites" - é ser ela mesma a nova elite, a construir o "Novo Mundo" e o "Novo Homem", seja ele soviético, nacional-socialista, francês ou tupiniquim. Ao lado de Lenin estavam Dzerszhínsky, da casta nobre da Polônia - da Szlachta. Ele, um aristocrata, tornou-se o chefe da organização socialista mais temida do mundo, que seria conhecida como o NKVD (e, posteriormente, o KGB). Trótsky, por sua vez, era filho de um latifundiário ucraniano - Liev Davidovich nunca trabalhou em um chão de fábrica por um dia sequer, em toda a sua vida. Os irmãos Sverdlóv, outros fiéis escudeiros da causa, eram de família rica, com investimentos no setor financeiro nos EUA - e com o dinheiro de Wall Street, fizeram o outubro vermelho, como testemunha Vladimir Zhirinovisky. Volkogonov acrescenta que os governos e banqueiros alemães também investiram no levante - para comprar os insurgentes, tirar a Rússia da guerra e ganhar, para acrescentar insulto à injúria, parte do território ocidental do Império. A elite do "estado dos trabalhadores" nunca trabalhou, apenas sentia inveja dos antigos senhores, e acreditava que seria capaz de "mandar melhor" - segundo o testemunho da ciência histórica, o fracasso foi um dos maiores já vistos, com um custo de dezenas de milhões de vidas inocentes, que, por ironia do destino, eram de trabalhadores.

Karl Marx uma vez disse que a História se repete, e Soros é a réplica dos homens que fizeram o levante de Petrogrado. Como até Lênin tinha mais de um banqueiro, o senhor húngaro tem companheiros na dinastia americana - aquela, composta por magnatas do petróleo, que em meados de março perdeu um filho bilionário que atendia pelo nome de David - e nas famílias europeias ligadas aos clubes globalistas (entre elas, naturalmente, a do "escudo vermelho"). Esses são os "Ulyanov", "Sverdlóv" e "Dzerzhinsky" do nosso tempo. O único termo que dá conta de descrever o fenômeno é "metacapitalismo": os revolucionários são burgueses que querem o monopólio do poder militar, do poder industrial e do controle sobre cada mínimo aspecto da vida humana, através da expansão infinita da influência do Estado. São os monopolistas por excelência, são a epítome da ganância e da libido dominandi. Qualquer crença nesses homens é certeza de desastre: não é posível criar, como diz a internacional, um "mundo sem senhores" levando ao trono os mais brutais, cínicos e mentirosos dos poderosos. Se ainda há dúvidas a respeito do futuro em uma vida sob o comando dos movimentos patrocinados por estes cavalheiros, basta mostrar que, na visão do mais famoso dos metacapitalistas, a China é o Estado que deve "dar as cartas" no "Novo Mundo". Como se não fosse o suficiente, o mesmo confessou, em entrevista à CBS, ter sido um colaborador do regime nazista, e ter considerado o ano da invasão alemã "o ano mais feliz" de sua vida.

O socialismo é o culto ao fracasso e o grito enfurecido dos incompetentes que se imaginam com inteligência e poder o bastante para controlar cada aspecto da vida dos vizinhos. É a sentença de morte da inteligência, porque nega um dado básico da realidade: a limmitação humana. Não importa o quanto a pessoa diga a si mesma que "é Deus" - no fim do dia, todos os projetos terão fim, todos os sonhos morrerão e toda a riqueza irá se desfazer em pó. Apenas as coisas que os revolucionários mais odeiam continuarão a existir, e elas são precisamente as que a militância histérica afirma "não haver". Até que o dia derradeiro chegue, os "iluminados" continuarão a pregar o advento da "sociedade do futuro" e o paraíso na terra. Traídos por sua ganância, serão jogados sob as botas e sangrarão gemendo debaixo do punho de ferro de burgueses ainda mais cruéis e homicidas que os do dia anterior - e os novos burgueses chamarão a si mesmos de "Partido".

Mais sobre o tema - Paul Joseph Watson denuncia financiamento do mais conhecido metacapitalista a militantes de extrema-esquerda nos Estados Unidos:

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

O feminismo é autoflagelação feminina

A piada de Gavin McInnes sobre a ideologia não poderia ser mais precisa - "feminismo é coisa de macho". A ideologia conseguiu, Deus sabe como, unir autodepreciação feminina com apoio incondicional à forma mais brutal de machismo - o bom e velho islã político, que marcha orgulhosamente nas "slut walks" ao lado da multidão histérica. Como é possível que as militantes não veja a tragédia de sua fórmula política?

O feminismo (e a ideologia do sex-lib) soviético morreu no Gulag e nas instituições psiquiátricas, com Radek, o membro do CKVKP enviado por Stalin para o assassinato por espancamento. Não há misericórdia para os militantes feministas ou do sex-lib na "democracia proletária". Por grande ironia do destino, a única sociedade que tolera os movimentos é a ocidental, cristã. A mesma que lutou pelo sufrágio feminino, no final do Século XIX e início do Século XX. Inevitavelmente, quando se estuda os principais regimes e movimentos defendidos pelos partidos que se identificam como o "feminismo" (como o PSOL brasileiro e o Partido Democrata, dos EUA), é possível encontrar o Fatah e o Hamas. O partido de Freixo queima bandeiras de Israel - Estado que protege os direitos das mulheres e dos gays - e marcha ao lado dos filhotes de Arafat, que estão executando homossexuais e espancando mulheres, à moda wahabbista.

Como a escritora Phyllys Schlafly destaca, a militância do sufrágio universal, muito antes das "third wave feminists", foi composta de mulheres cristãs e coservadoras. Os movimentos que lutaram pelo fim dos estupros coletivos nas colônias britânicas também foram das igrejas - os jogos de violência sexual como "taharrush gamea", do egito, e seus equivalentes hindus, foram condenados há mais de um século, precisamente pelos "conservadores fascistas". Os primeiros defensores dos direitos das mulheres foram cristãos, conservadores. E é contra os verdadeiros defensores das mulheres que as feministas avançam. Por ironia da História, o homem que acabou com a escravidão nos Estados Unidos foi um cristão, conservador e republicano - Abraham Lincoln - que lutava contra o partido da "virtue signaling", contra o Partido Democrata, que hoje de finge de defensor incondicional das minorias. Só quem não conhece o "currículo" da esquerda é que acredita na propaganda "politicamente correta".

McInnes entendeu o recado: as feministas odeiam as mulheres. Odeiam as mulheres ocidentais, apoiando a expansão salafista clara e gritante nas comunidades de "refugiados" no Ocidente. Odeiam as mulheres egípcias, palestinas, indianas, e atacam impiedosamente a única civilização que protege as mulheres da barbárie e da violência sexual. A cultura ocidental leva estupradores à cadeia - a oriental celebra a violação, literalmente, como se fosse jogo.

Feminismo é estupidez, sob medida para meninas histéricas de classe média que não entendem absolutamente nada sobre seu "movimento", sobre o mundo ou sobre a realidade. O feminismo é apenas mais uma face da hodierna "cultura do suicídio". Mais do que isso: o feminismo é um golpe muito bem aplicado, por líderes (que são homens, como o sr. Soros) mal-intencionados. O feminismo foi utilizado pelos principais movimentos totalitários da História para enganar, arregegimentar, usar e destruir a liberdade feminina, sob o discurso das "melhores intenções" progressistas. Hoje, o feminismo tira o mínimo de garantias que as mulheres poderiam ter, e chega ao ponto de trazer, aos milhões, para o Ocidente, pessoas que não irão hesitar em espancar até a morte as mulheres que porventura resistam a usar o véu, símbolo máximo da maior opressão patriarcal que já existiu.  Como diz o ator, "feminismo é coisa de macho".

Confira na íntegra a sátira feita por Gavin McInnes:

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

A obsessão da mídia por Donald Trump e a infinita hipocrisia esquerdista

Donald Trump começou seu governo fazendo exatamente o que disse que iria fazer. A esquerda, naturalmente, não o perdoou por tamanho pecado. O único erro dos analistas filo-marxistas é conferir todo o crédito das medidas novas a Trump - o republicano fez a proibição à imigração oriunda de sete países de maioria islâmica com base em uma lista criada por, imaginem só, Barack Obama. Com um agravante - a proibição em si tem um precedente em decisão idêntica tomada por Obama em 2011, com base na mesma justificativa: impedir a entrada de pessoas com possíveis ligações com organizações extremistas. Como sempre, a esquerda vive da máxima leninista: "acuse-os do que você é, xingue-os do que você faz".

Donald Trump pode ter muitos defeitos, mas não é um incompetente no aspecto de suas capacidades administrativas. Todas as decisões que tomou, na primeira semana, beneficiarão o público americano, de forma independente da origem ou religião do eleitor. Sua decisão sobre a imigração originária de áreas geográficas com conflitos sectários religiosos não é "anti-islâmica" - é simplesmente sensata, e tem um precedente que deveria ser o bastante para "calar a boca" de qualquer jornalista com a formação "tradicional", muito bem conhecida do público brasileiro. Suas medidas referentes às importações são respostas óbvias e obrigatórias para a competição desigual com uma indústria estrangeira gigantesca e desumana, que faz uso amplo e notório do trabalho escravo. O protecionismo, normalmente defendido pela esquerda, tornou-se sintoma de "xenofobia", aos olhos de nulidades intelectuais como o senhor Caio Blinder - que tem um nome muito adequado ao papel que desempenha, como bem expôs o professor. As barreiras alfandegárias seriam desejáveis (e contra a mesma potência industrial) até no Brasil, que vê sua indústria perecer diante da competição contra os produtos fabricados com suor e sangue nos campos do Lao Gai. Como é possível que a esquerda produza tanto cinismo e hipocrisia? Através da boa e velha ideologia que justificou o mar de mentiras que sempre foi o "movimento principal" e todos os seus subsidiários.

Até mesmo o feminismo decidiu gritar em desespero diante de Trump. Isso mesmo - os supostos "defensores das mulheres" ficam escandalizados com a possibilidade de um líder ocidental tentar proteger as mulheres de movimentos totalitários que tem, entre seus principais objetivos, a instalação de um sistema da mais completa violência e repressão contra as mulheres. O feminismo, de ideia que propunha a "libertação feminina", tornou-se o maior defensor da opressão e da selvageria contra as mulheres. Tornou-se porta-voz do mais descarado, desumano, covarde e cínico dos sistemas ideológicos machistas - e o único que continua a propagar "doçuras" como o apedrejamento por adultério e até mesmo (no caso egípcio) o estupro com proteção legal ao criminoso. Não é de causar espanto que na "marcha das mulheres contra Trump" tenha estado presente uma senhora que faz apologia aberta da mutilação genital feminina e de grupos jihadistas. No início do século XXI, a esquerda já conseguiu chegar tão baixo na escala da normalidade humana - resta esperar para descobrir até onde a militância mais assassina do mundo poderá ir na defesa do indefensável.

Mais sobre o tema - Paul Joseph Watson discute as novas políticas de imigração adotadas por Donald Trump:

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Trump é a morte da esquerda

O marxismo fracassou miseravelmente no último século - 1989 pontuou o colapso do império soviético com os slogans satíricos "trabalhadores do mundo, me perdoem", fazendo toda a justiça ao legado magnífico das esquerdas. Os sonhos milenaristas da sociedade sem classes morreram nas covas coletivas da Europa Oriental. O novíssimo sonho, o do multiculturalismo, nasceu velho, e já foi esfaqueado pelas vozes incansáveis das ruas, que pedem "Brexit", "Trump" e não têm medo de afirmar que o projeto sueco é um fracasso - nenhum esquerdista gosta de saber que a nação escandinava é a capital mundial dos estupros, graças aos gentis e humanistas "refugiados". A esquerda sofreu morte cerebral - o corpo, todavia, permanece vivo graças à generosidade dos bolsos de figuras como George Soros. Não há escritor bolchevista que possa competir com Scruton, não há autor brasileiro que possa competir com a nova geração, de Rodrigo Gurgel e companhia. Tudo o que "o movimento" fez terminou em catástrofe, e a vitória esmagadora dos movimentos de massa conservadores mostra que o único lugar para as esquerdas é a arqueologia do gnosticismo revolucionário.

A Alemanha tentou insistentemente convencer o público de que há igualdade entre as culturas. "Não há melhor ou pior". As vítimas dos estupros em massa pensam diferente - Colônia é uma cicatriz eterna, e foi um dos momentos que ajudaram a despertar a consciência para a gravidade da situação européia. Os eventos ocorridos no final de 2015 foram simbólicos - a mídia polonesa foi quem melhor retratou o que se passava. Na Dinamarca, na Áustria e na França aconteceram fatos similares. A opinião pública voltou-se contra a líder da maior economia do bloco, que agora é vista como uma das figuras mais odiadas na política do continente. A demagogia barata do igualitarismo forçado não funciona - é óbvio que algumas culturas são piores, é óbvio que o Ocidente não considera ataques em massa contra mulheres que se recusam a usar o véu algo normal. A Europa não aceita o hijab, as kefr não dobram seus joelhos para salafistas - o movimento "politicamente correto" não percebeu que já não fala em nome de qualquer grupo, além da própria elite governamental. Na Suécia, vitrine suprema das políticas da insanidade, um dos mais famosos críticos do "politicamente correto" é, precisamente, um imigrante - e que nasceu em um país de maioria religiosa maometana. O que se vê no noticiário sobre a violência sexual na Europa é a tragédia da queda de toda uma geração de pensadores e de partidos políticos, tão distantes da realidade que se tornaram um risco para as pessoas saudáveis (e para os próprios esquerdistas, pode-se argumentar). O Brexit - a aprovação de um "basta" à doença mental politicamente correta - é uma cusparada na cara da elite Eurocrata e um sintoma importante da vontade popular, que vai terminar o serviço da destruição do projeto filo-socialista.

Nos Estados Unidos, a situação é quase ridícula. Apesar do imenso esforço dos grandes veículos de comunicação, Donald Trump venceu. Foi a vitória de um conservador, um empresário, uma figura (ironicamente) construída pela mídia - como o próprio Ronald Reagan. Trump é um homem que despreza toda e qualquer tentativa de "pacificação" com as esquerdas, é alguém que não tem medo de chamar o establishment do que ele é - uma aglomeração de lideranças corruptas, prontas para vender a soberania dos Estados Unidos à imundície de homens como os que escrevem as cartilhas políticas das grandes ONGs internacionais. É alguém que enfrentou a elite do Partido Republicano, humilhou a elite do Partido Democrata e desafia constantemente a ONU, pretensa "mediadora" da política mundial e agremiação de burocratas megalomaníacos. Após a devastação causada por anos de rendição incondicional dos Estados Unidos à indústria chinesa, Trump é a grande esperança dos trabalhadores americanos, traídos por seus representantes, jogados na miséria até mesmo pela esquerda, que tenta, diariamente, se fingir de voz dos humildes. Trump foi um banho de água fria, foi o desmoronamento do discurso irracional do politicamente correto e um soco épico no rosto dos grandes homens da mídia, que se imaginam capazes de refazer o mundo à sua imagem e semelhança - isto é, acreditam que são capazes de transformar uma nação de maioria cristã em uma massa de cocainômanos obcecados pela destruição da Civilização Ocidental, fascinados pelo aborto e que imaginam ter o direito a todo e qualquer luxo que forem capazes de expressar em palavras de ordem mal-articuladas. As falhas nas pesquisas de opinião são a cereja do bolo - a vigarice, a mentira descarada fracassaram vergonhosamente, para alegria da humanidade. O conservador venceu, contra todo o dinheiro da elite hollywoodiana, contra todos os (quase) incalculáveis recursos do globalismo e contra a deficiente baboseira demagógica do "politicamente correto".

Cada uma das vitórias conservadoras é um prego no caixão do esquerdismo. O "Brexit" foi um golpe severo - Trump foi um soco que arrancou boa quantidade de dentes, foi uma humilhação. A opinião pública, que há alguns tenderia à polarização forte, entre países diferentes, caminha, de forma sugestiva, no mesmo sentido: a vasta maioria das pessoas desenvolve o mais sincero desprezo pelo "politicamente correto". Na América Latina, a mesma coisa acontece - nem os cubanos continuam a cultivar tanto medo de chamar o falecido "comandante" de ladrão, ditador e assassino. Os argentinos se livraram de um melanoma chamado Kirchner, os venezuelanos vão às ruas pedindo a derrubada de um líder sem qualquer perspectiva de controlar minimamente a crise que destrói o país. Até mesmo no leste da Europa, que foi, um dia, o bastião do marxismo, a ira contra o "bom-mocismo" ferve. Este é o fim da esquerda - e é uma questão de tempo até que os "patrocinadores" da causa tirem dos adorados movimentos os últimos recursos.

Mais sobre o tema - imigrante critica os resultados das políticas de multiculturalismo na Suécia:

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Putin - o melhor presidente que os Estados Unidos viram em meio século

Vladimir Vladimirovich Putin é um dos melhores presidentes da História dos EUA. É maior que Roosevelt (e infinitamente mais forte que este), é mais belicoso que Kennedy, é mais conservador que Bush, é mais eficiente que Wilson, é mais cristão que Bush (pai) e é simplesmente mais homem do que o veadinho Obama. Vladimir Putin está fazendo mais pelos EUA do que qualquer homem na História - está varrendo os porcos assassinos do Estado Islâmico para as profundezas do inferno, está oferecendo ajuda contra a invasão islâmica na Europa, está defendendo o cristianismo ao redor do mundo e está demolindo a máquina de propaganda gay com uma eficiência quase fordiana. Só há um problema: Putin é um inimigo, Putin é um assassino treinado (e muito bem) pela Lubianka de Dzerzhinski, é um homem a serviço do maior projeto de confrontação mundial a tudo o que os Estados Unidos já representaram, desde o início da república de George Washington e dos demais Founding Fathers. A grande tragédia do nosso século é ver a firmeza moral e excelência estratégica na liderança do adversário, é ver a conduta que se espera de um líder americano em um soldado adversário. Essa é, aliás, a essência da subversão - "talvez o inimigo não seja tão mal assim", poderia um observador desatento afirmar. De fato, o quadro é muito pior do que parece.

Putin foi escolhido a dedo para ingressar no KGB, conforme o procedimento descrito por Felshtinsky e Pribilovski - é um manipulador frio, calejado pelo sofrimento pessoal na infância marcada pelo abandono e troca de ambientes familiares. É um órfão endurecido pelos anos de aprendizado na tenra idade, refinado pela máquina implacável do Estado soviético. Tornou-se férrea e cegamente leal aos "órgãos", aos quais já prestou inúmeros serviços após o colapso do regime, em 1991. Concedeu inúmeros cargos de importância a ex-tchequistas em setores da produção industrial e das comunicações, e nunca hesitou em matar um inimigo quando foi necessário fazê-lo - a firmeza do soldado adversário está casada com a brutalidade do sistema que representa. Quem dera Obama tivesse um terço do patriotismo e do espírito marcial de Putin - a verdade é muito mais infeliz do que um nacionalista americano gostaria de admitir. Vladimir Putin não é apenas um líder com punho de ferro e vontade inquestionável - é também um manipulador cínico, da melhor escola que treinou (e eventualmente causou o horror de) Yuri Bezmenov. Como sua postura de líder, usa suas manobras políticas internas como poderosa arma de propaganda para o povo - não para o russo, já habituado a seguir um Vozhd - americano. É isso mesmo: Putin não precisa fazer propaganda em casa, e nunca precisou, pela própria natureza de seu aparato governamental. Putin quer - até mesmo precisa - fazer sua boa imagem diante do povo dos Estados Unidos.
Putin se apropria de função geopolítica que deveria ser de
Obama.
Imagem: http://goo.gl/yDRDEc

O povo americano está habituado à humilhação doméstica e internacional, por parte de sua classe política. O processo de desmoralização descarada teve início com o fim da era Reagan - os tempos do último grande líder americano, e, em grande medida, do mundo livre. A sucessão de vigaristas criminosos que sucederam o homem que derrubou a URSS, o Muro de Berlim e o Pacto de Varsóvia foi algo nunca antes visto, desde a revolução. Passaram pela casa branca uma dinastia de cocainômanos com ligações íntimas demais com o wahabbismo saudita, um hippie pervertido - que, po sua vez, tem relações íntimas demais com o governo Chinês - e, por fim, aquilo que se convencionou chamar de Barack Hussein Obama, uma figura que pode simplesmente ser descrita como diminuta. O tamanho do abismo existente entre os líderes de outrora - todos podem ser chamados, com justiça, de estadistas, ou sem, cometer exagero, de homens de força e personalidade - e isso, uma criaturinha tímida, com nítido amor para (quem sabe até "medo dos") inimigos, que se encolhe diante da figura representante do Estado mais hostil a todos os objetivos estratégicos americanos, é algo tão assustador, é uma distância tão tremenda que verdadeiramente faz ver o quanto os Estados Unidos se permitiram degenerar. E aqui reside o enorme desafio colocado por Putin ao Ocidente: a grande ameaça para a civilização ocidental é deixar-se convencer pelo projeto russo, é se permitir ver Putin como líder - líder representante daqueles valores que a estratégia de subversão agora ininterruptamente liga não mais aos EUA, mas à Rússia.

Antes Putin fosse mesmo um líder americano, cristão. Antes fosse mesmo um soldado lutando pela cruz de Cristo contra a tirania islâmica. Mas ele está muito longe disto: Putin arma os terroristas. O regime russo sempre apoiou a República Islâmica do Irã, que por sua vez é uma das principais financiadoras dos terroristas muçulmanos mais persistentes do século XX - o movimento de "libertação" palestino. É a república dos aiatolás que fornece armas para o Hezbollah - a grande força antissemita, racista, do Levante. Putin sabe que há terroristas úteis - Hamas, Fatah, as FARC e mais uma infinidade de organizações que atuam até mesmo na própria Rússia, em nome do Islam e em nome dos interesses do Estado da atual FSB - Shamil Basayev, supostamente um líder "islâmico" da Chechênia, foi notório "associado" dos chamados "òrgãos", e, mais uma vez, conforme Felshtinsky e Pribilovski, atuou em uma parceria com a FSB para criar desestabilização na política russa que justificasse aumento de poderes do regime e reforçasse a imagem de líder guerreiro de Putin, retratado pela mídia como um tipo de combatente anti-terrorista. O presidente pode até combater o Estado Islâmico, mas só o faz porque já possui seus próprios "terroristas particulares", tanto no exterior quanto em casa. Evidentemente, a imagem de "homem que combate o terror islâmico" não é a única que interessa a ele.

A América foi praticamente varrida pela onda politicamente correta e pela propaganda da "política de sexo" -  em outras palavras, pela propaganda do movimento sex-lib, aqui incluindo o movimento gay, o feminismo e demais movimentos de "combate à família e aos valores tradicionais" - em grande medida, apoiados pela mesma Rússia que hoje faz o papel de moralista, através do gigantesco aparato de propaganda comunista "emancipatória" durante o século XX, com o claro objetivo de desestabilização social no Ocidente. Efetivamente, o povo americano foi calado. Não há, ao menos não parece haver, um único líder de força expressiva capaz de combater a agenda do sex-lib; não há um único líder que representa o que o povo americano realmente pensa. É evidente que a maioria da população ainda acredita na família tradicional, no casamento, nos valores cristãos - e, ao mesmo tempo, não é "contrária" aos homossexuais: apenas acredita que "preferência sexual" não é sinônimo de "política". Ao mesmo tempo, pode-se questionar com muita propriedade se o povo americano é a favor do aborto ou da legalização das drogas. O que é óbvio é que há uma campanha fortíssima de defesa deste conjunto de agendas na mídia dos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que não existe uma única voz forte que diga o que os americanos realmente querem ouvir. As grandes fundações - Ford, Open Society - e associados tomaram conta dos veículos de comunicação e da máquina de propaganda, sem deixar voz para os naturais do país. E é neste espaço que Putin se enquadra, quase que como um messias para o povo americano, silenciado pela propaganda: ele faz o que todos gostariam que o governo fizesse. Putin defende a família tradicional - como visto na grande campanha midiática atual -, expulsa o movimento LGBT (sem proibir as atividades privadas/domésticas/afetivas dos homossexuais) e imita a voz dos que defendem os mártires da cristandade perseguida pelo Islam. Não haveria candidato mais forte em uma disputa presidencial.

Os últimos acontecimentos na guerra contra o Estado Islâmico prenunciam uma nova fase da ascensão de Putin, que começou como garoto abandonado pela família, tornou-se oficial do KGB e alcançou a presidência da Federação Russa. Putin agora é um presidente americano - ao menos desperta muito mais respeito no público ocidental, em particular no dos Estados Unidos, do que Obama. A entrada da Rússia na guerra síria, com todo o poder do maior exército europeu (ou mesmo asiático) em nome da vida dos mártires cristãos, é um golpe de propaganda tão fenomenal, tão estupefaciente, que palavras não são suficientes para descrever. As imagens de soldados russos em tanques T-90, no deserto, erguendo seus crucifixos em desafio ao Islam político são algo que nenhum analista sovietólogo, por mais ousado que fosse, jamais teria condições de imaginar. A atuação da Rússia no combate é precisamente o que os americanos gostariam - é o que os americanos esperavam - que Obama fizesse, e com toda a razão, contra a nova ameaça. Putin tornou-se Roosevelt.
Putin enviou soldados para a guerra que deveria ser de Obama. O exército americano deveria derrotar a maior ameaça à
democracia - ao invés disso, passou o papel ao exército vermelho. O que resultará disso pode ser o destino da Europa.
Imagem: http://goo.gl/DEFw29

A América precisa rezar para que a profecia de Bezmenov não se concretize: os americanos precisam livrar-se dos traidores como Obama, e refazer uma liderança que imponha respeito, tanto no campo de batalha interno quanto na guerra internacional. Se Putin fosse um líder americano, um patriota verdadeiro, um seguidor dos valores dos Founding Fathers, seria o melhor líder que o país poderia esperar, seria o melhor presidente que os Estados Unidos jamais tiveram, e o soldado que mais estaria pronto para a verdadeira catástrofe bélica da qual a nação se aproxima, diante dos cada vez mais agressivos integrantes do bloco Eurasiano. Na situação diante da qual o povo americano se encontra, Putin é o mais formidável dos inimigos, e a grande armadilha é a rendição ao maior dos regimes hostis, montada através das doces mentiras tecidas pela FSB, que prometem valores muito caros ao homem do Ocidente, mas que trarão apenas o colapso final da "Terra dos Livres e Lar dos Bravos".

sábado, 3 de outubro de 2015

Putin contra Obama

Comparar Vladimir Putin com Obama é como comparar o lobo com a lebre, para usar o ditado russo. As últimas palavras do "ex"-tchequista referentes ao confronto no oriente médio dão testemunho da habilidade retórica desenvolvida em anos de pressão - de terror, de medo constante de oficiais e de treinamento brutal e de eficácia soberba - em trabalho para o "poder soviético", enquanto a expressão pusilânime e as palavras decoradas, sem vida, do atual ocupante da Casa Branca, apenas revelam o quão oca é a personalidade de Barack Hussein.

Vladimir Putin é um assassino profissional. É mais um filho da "fábrica de venenos", dos "órgãos" do poder soviético, que exterminaram indivíduos e populações inteiras, em crimes que vão dos discretos assassinatos de Kirov, Dzerzhinsky e mesmo de Stalin - sob a supervisão de Beria, que se supunha herdeiro do trono de Lenin -, até monstruosidades como o massacre industrial de ucranianos e poloneses, nas décadas de 1930 e 40. Putin subiu ao poder como um tchequista, como cria dos "órgãos", como órfão desgraçado que teve que batalhar, desde a infância (sob uma família de aluguel, conforme exposto por Yuri Felshtinsky e Vladimir Pribilovski), contra meninos mais fortes, contra a fragilidade física nos primeiros anos da juventude e depois contra o sistema de favorecimento, homicídio e tortura emocional dentro do aparato de repressão do Estado soviético. Serviu na extinta Alemanha Oriental, onde supostamente realizou apenas o trabalho medíocre de burocrata. Voltou à Rússia e escalou toda a pirâmide de poder, deixando colegas da atual FSB espalhados em todos os campos da atividade humana, desde a importações de bens até o ápice da hierarquia nos principais meios de comunicação, passando por diversos ramos da indústria. Seu discurso é amado pelo povo russo - elegeu-se prometendo nada menos que tanques e morte aos inimigos do país, notoriamente, aos insurgentes islâmicos da Chechênia. Já matou mais jornalistas que apenas a heróica Politkovskaya, e matará mais. Já jogou mais inimigos no "reinaugurado" Gulag que apenas o ex-komsomol, e nem um pouco heróico, Mikhail Khodorkovsky, e nos campos ainda há espaço para muitos "inimigos do povo". Fala com seriedade pétrea contra jornalistas  inquiridores, mas usa sarcasmo e humor em tempo perfeito, como especialista, quando necessário. Defende sua causa com calma e realismo, com os dois pés no chão, como se a palavra fosse ciência. Para o público russo, que vive refém do amor pela tirania, fala com a firmeza de militar, chama inimigos de inimigos, e promete sangue. Apesar de todos os crimes que o sujeito possa ter cometido - e, sem dúvida, são o suficiente para condená-lo ao pelotão de fuzilamento, ainda que o juiz fosse o mais brando e compreensivo dos ocidentais -, é preciso reconhecer que o tchekista sabe o que está fazendo, como Andropov sabia há 30 anos.
Putin, em fotografia tirada em uniforme do KGB
Imagem: Business Insider

Obama, por sua vez, é uma piada. Não sabe se portar, não possui sequer a linguagem corporal que um líder da maior potência do mundo precisa ter. Cada palavra do homem passa fraqueza, dúvida e fingimento. No palanque, especialmente quando em situações de conflito, parece, por vezes, arcado, apreensivo. A cada golpe que recebe - como os muitos que sofreu de Ben Carson -, fica notoriamente mais fraco. É tão vulnerável quanto uma folha ao vento - se o seu objetivo realmente for desencorajar de vez o povo americano, está fazendo um trabalho muito bom. Obama é o tipo do indivíduo que parece ter decorado pilhas e pilhas de discursos prontos. Sua linguagem é o jargão. Não conhece as armadilhas, o riso de escárnio bem colocado, que deixa o adversário desconcertado, a flutuar no meio da luta, prestes a se afogar. Muito pelo contrário, é o próprio Obama que se deixa passar por isso - é conhecido por fugir do debate longo e das respostas bem construídas que desmoralizam e destroem emocionalmente o adversário-, é um tipo que passa perto de ter um infarto de vergonha. Sua postura condiz com sua suscetibilidade: é como um graveto retorcido. Se o vento é mais forte, se dobra, quebra e morre. É é sempre sem palavras que Obama sai de qualquer encontro com Putin - aliás, sai repetidas vezes mudo de encontros com quaisquer contendores firmes. Obama também é fruto de sua criação: uma família coruja, confortável, de classe média, que nunca lhe deixou faltar nada. Teve um pai ausente, que viu muito pouco em toda a vida (ao menos o pai "oficial"), e que não lhe passou absolutamente nada de significativo - salvo, quem sabe, alguma simpatia pelo Islam, que Barack Hussein já deixou clara em suas próprias palavras. Também foi influenciado por Frank Marshall Davis - segundo diversos autores, seu pai verdadeiro -, com quem teve muito contato e quem viu se envolver em uma relação extremamente confusa com sua mãe. Teve, ao invés da formação e trabalho espartano do serviço de segurança estatal leninista, um bico como "organizador comunitário" (sabe-se lá o que supostamente fazia no "cargo"). Não teve um exemplo de conduta masculina, contou com a benevoência infinita de sua mãe - que o jovem Obama viu ser humilhada no confuso envolvimento com Davis - e nunca teve um trabalho sério, em toda a vida. É, simplesmente, um indivíduo que não pode ser firme. É uma personalidade que não pode ser a de um líder - a menos que seja através do fingimento descarado, o mesmo fingimento que transpira a cada palavra em público.

A atual situação geopolítica da Rússia e dos Estados Unidos reflete as personalidades desses dois líderes. A posição influente e expansionista que a Rússia subitamente conquistou, seja através da vitória militar ou de alianças como a comunidade econômica eurasiana ou a SCO, é projeção da derrota da personalidade líquida e sensível de Obama pelo caráter marcial do soldado Vladimir Putin. Um "organizador comunitário" nada pode contra um tchequista. Colocar Obama contra Putin, na arena geopolítica, estratégica e em confronto, como líderes militares e de nações ou mesmo como oradores, é como colocar uma criança em luta de punhais contra um assassino profissional. Essas são, aliás, as essências das duas personalidades em jogo.

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