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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

A dialética da casta televisiva

Os escândalos de Hollywood e os casos identificados da casta midiática brasileira ilustram que mesmo a "elite iluminada" se permite, eventualmente, contaminar por seu próprio veneno. É possível cultivar o poder familiar e, em casos pontuais, se corromper até a medula - exemplo estranho e emblemático é o cantor de MPB que, aos 40, abusou de uma moça de 13, que hoje é sua esposa. A síntese de condições tão incompatíveis é o moralismo de uma pós-modernidade fundamentalista - é proibido proibir em absoluto - condensado praticamente em um "Vaticano dos globais", que conseguem, ao mesmo tempo, cultivar famílias sólidas e influentes, enquanto estão a pregar a demolição de todas as estruturas normais para o resto da sociedade. O moralismo dessa síntese é cristalizado nos "dogmas" ideológicos, linguísticos e estéticos - o feminismo e os "de gênero" mostram muito bem esse aspecto. Esta síntese maldita, a "língua dupla do demônio", também foi vista nas correntes antigas do marxismo, como na ideologia soviética, que conjugou em um mesmo período histórico o moralismo quase monástico do socialismo real (e mesmo da relação do próprio Stalin com seus associados e descendentes) com a depravação completa de Beria, Yezhov e companhia, conhecidos por abusos sexuais contra homens e mulheres. A casta que dita a ideologia submete os militantes imbecilizados, faz uso do estímulo contraditório, e consegue colocar a si mesma como "além de qualquer crítica", como "perfeita", no momento em que ela mesma afunda na imundície. Assim atuam nossos queridos midiáticos brasileiros. 

A língua dupla da beautiful people impressiona: em um dia, há propaganda aberta da dissolução da normalidade. Mulheres são induzidas, pela casta televisiva, a chamar a si mesmas de "prostitutas" ou títulos piores. Uma semana após a propaganda da demolição, os próprios autores da divulgação ideológica se fecham em uma carapaça familar tradicional intocável, até mesmo se mudando para "a terra do imperialismo", como se não houvesse nada de imoral em submeter seus compatriotas a injeções de deformação civilizacional, ao mesmo tempo em que a pureza quase Quaker do lar dos olímpicos é mantida sem um arranhão sequer. A única pessoa que entendeu o que se passa é o filósofo da Virgínia: eles querem restaurar a situação romana. A síntese é a mutação completa da sociedade em uma massa de animais, de indivíduos movidos pelos instintos mais baixos e sem qualquer possibilidade de proteção pela família - portanto, sem chances de atuar em qualquer mudança política ou de manter ação histórica - sob a orientação "iluminada" de famílias de "patrícios" rigorosamente patriarcais, com um ou outro indivíduo capaz de crimes e atrocidades contra a raça humana que fariam Calígula corar. Os novos donos do mundo são capazes disso. Weinstein, grande financiador da esquerda, milionário hollywoodiano, foi pego em dezenas de estupros. O ápice da elite internacional, Bill, o queridinho da família mais amada pelo Partido Democrata, conforme Paul Joseph Watson, deve explicações sobre envolvimento com um magnata acusado de possuir uma ilha dedicada à prática do tráfico de pessoas e à pedofilia - chamada "Orgy Island" ("Ilha das Orgias").

A direita fica atordoada diante dos contrastes insolúveis nas condutas dos senhores do mundo moderno, mas não deveria. O movimento revolucionário produziu o "nacional-socialismo", produziu o "nacional-bolchevismo", produziu Hitler, Stalin e Beria, Trotsky e Kim Jong-Un, Lenin e Gramsci. Produziu, naturalmente, Genro e Maduro. A ideologia vive de suas subdivisões, se multiplica como a planária, e sempre usa o que houver de mais brutal e eficaz nos dois, três ou mil caminhos que decidir trilhar ao mesmo tempo. Um dos mais eficazes remédios contra sua propagação é a denúncia do mecanismo das mentiras, do crime, que são a essência de todos aqueles que distraem com a bilinguis maledictus e governam com a Kalashnikov.

Mais sobre o tema - reportagem do canal InfoWars sobre o escândalo dos estupros cometidos por um financiador da esquerda americana em Hollywood:


Sobre as elites globalistas e a pedofilia - reportagem de Paul Joseph Watson, com legendas em português disponibilizadas pelo canal Tradutores de Direita:

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Famílias, poder e a demolição do Ocidente

Para compreender a doutrina do sex-lib, ou melhor, os objetivos que justificam a existência dessa doutrina, é necessário compreender o que a doutrina destruirá. Ela não foi criada para destruir "todas as famílias" - foi propagada para destruir apenas algumas famílias. Olavo de Carvalho explica com maestria o problema, e sempre deixa claro que é necessário, em primeiro lugar, identificar os agentes históricos, que só podem necessariamente ser os grandes movimentos de massa, as grandes religiões tradicionais e as dinastias que controlam o poder econômico ou Estatal-militar em cada país. Por que essas dinastias querem destruir algumas famílias?

As famílias sempre foram pequenos núcleos de poder independente. Nas palavras do professor, sempre foram focos de resistência ao Estado. Por que Rothschild e Rockefeller querem destruir as famílias dos "Average Joes"? Porque cada pequeno lar pode dar origem a alguma pequena empresa, que pode se tornar uma grande empresa, e pode disputar espaço no mundo econômico com outras grandes empresas, incluindo as dos insiders. A propagação da estupidez entre a classe média nada mais é do que um dumping exclusivo para os que não estão no topo do poder, com o único propósito de desestruturar os "novos entrantes". Por que o Estado chinês faz o mesmo? Porque as famílias podem ser o início de movimentos políticos infinitamente maiores do que o restrito círculo de influência imediata e instantânea de um casal e seus filhos - a herança e a sucessão podem estabelecer vínculos poderosos o suficiente para a conquista de um partido, de uma província ou mesmo de um país, e há dezenas de exemplos deste fenômeno na História, desde Roma até Gêngis Khan e Tamerlão. Dinastias que duraram séculos - algumas com influência até hoje, como os descendentes do "Imperador do Mundo", na Ásia Central, que tiveram poder na idade média e continuam sendo símbolos do poder nas sociedades tengristas ou ex-tengristas convertidas ao islam.

Uma vez que entendido o propósito econômico ou político da medida, fica muito fácil entender porque toda a elite internacional se protege em círculos familiares estáveis e saudáveis. O poder não pode ser entregue, não se abre mão da influência. Apenas um rico extremamente idiota iria fomentar o sex-lib entre os seus descententes - o trabalho de uma vida se reforça, se expande e deve ser trabalhado na concepção do brilho e da glória do  esforço de uma linhagem, pelos séculos. Nenhum dos "Bilderbergers" ou mesmo dos nossos provincianos midiáticos "globais" quer jogar fora uma vida de trabalho com filhos estúpidos e dissolutos. Os globais, e disso há exemplos às dezenas, também protegem os seus. A elite opera assim, porque tem consciência da necessidade de manutenção da ação histórica, e isso só é possível através da ligação de sangue. Deixem que os "idiotas" da classe média de destruam no vício químico ou físico, nas doenças sexualmente transmissíveis e nos relacionamentos que são estéreis por natureza. Para os ricos, na concepção dos monstrinhos que governam o mundo, toda a glória, os herdeiros e a riqueza, por toda a eternidade.

Apesar da existência de objetivos claros nas agendas políticas pós-modernas, que nenhuma relação têm com os discursos disconexos e hostis entre si dos militantes atordoados, até mesmo a elite global eventualmente é atingida por seu próprio veneno. Algo do que espalham entre as massas estupidificadas vem da própria vilania praticada pelas castas abastadas. Weinstein e o que ocorre entre os "globais" são testemunhos claros das doenças mentais que atingem os olímpicos do planeta. Hollywood se tornou um paraíso de pedófilos, e a casta midiática brasileira não fica muito distante disso, como bem mostra o caso do cantor de MPB envolvido da defesa de exposições de pedofilia que, aos 40 anos, molestou uma menina de 13 (que hoje é sua esposa). Este modelo de podridão é uma amostra histórica de ocasiões onde o "feitiço se volta contra o feiticeiro". Todos conhecem muito bem a natureza das doenças das classes televisivas do país. Assim como Hollywood, a cultura de massa do Brasil é regida por estupradores de crianças e atrizes. O único alívio que a humanidade pode ter é a descoberta de alguns dos crimes e eventual punição dos responsáveis - cortar a cabeça da serpente é bem mais complicado, porque os atores históricos são linhagens, não espécimes. Um trabalho bem mais amplo é necessário para limpar o mundo de tipos como os que parasitam os veículos de comunicação de massa. Tirar essas famílias de seus postos é o dever das gerações atuais e futuras de conservadores.

Mais sobre o tema - Bernardo Küster, aluno do Curso Online de Filosofia de Olavo de Carvalho, discute a promoção do sex-lib e a estratégia de manutenção do poder das dinastias globalistas:

domingo, 26 de março de 2017

O burguês bolchevique e por que o socialismo nasce morto

O socialismo é impossível porque não há sociedade sem hierarquia, não há sociedades sem "favorecidos e desfavorecidos". Milênios de insurreições populares, revoluções das mais diversas cores e palavreado colorido de "líderes iluminados", seguido de ações não tão coloridas, dão testemunho da impossibilidade de um mundo sem "mestres e servos". Há, evidentemente, servos que querem se tornar mestres, ou mestres não tão ricos, que querem apenas se tornar ainda mais "magistrais". Esse é o resumo da História do socilalismo, e isso explica porque tantos burgueses conferem apoio entusiástico ao movimento revolucionário - em caso de dúvidas, consulte a biografia do senhor George Soros.

A rússia soviética não foi construída por "camponeses, operários e soldados". O RKKA (Raboche-Krestiánskaya Krásnaya Ármiya) não foi comandado pelos trabalhadores, e "nikogdá býl". O estado revolucionário por excelência foi construído pela elite financeira e intelectual russa - Lenin não nasceu em casebre, mas em uma linhagem de nobres e - literalmente - banqueiros. A gana da liderança revolucionária não é "acabar com as elites" - é ser ela mesma a nova elite, a construir o "Novo Mundo" e o "Novo Homem", seja ele soviético, nacional-socialista, francês ou tupiniquim. Ao lado de Lenin estavam Dzerszhínsky, da casta nobre da Polônia - da Szlachta. Ele, um aristocrata, tornou-se o chefe da organização socialista mais temida do mundo, que seria conhecida como o NKVD (e, posteriormente, o KGB). Trótsky, por sua vez, era filho de um latifundiário ucraniano - Liev Davidovich nunca trabalhou em um chão de fábrica por um dia sequer, em toda a sua vida. Os irmãos Sverdlóv, outros fiéis escudeiros da causa, eram de família rica, com investimentos no setor financeiro nos EUA - e com o dinheiro de Wall Street, fizeram o outubro vermelho, como testemunha Vladimir Zhirinovisky. Volkogonov acrescenta que os governos e banqueiros alemães também investiram no levante - para comprar os insurgentes, tirar a Rússia da guerra e ganhar, para acrescentar insulto à injúria, parte do território ocidental do Império. A elite do "estado dos trabalhadores" nunca trabalhou, apenas sentia inveja dos antigos senhores, e acreditava que seria capaz de "mandar melhor" - segundo o testemunho da ciência histórica, o fracasso foi um dos maiores já vistos, com um custo de dezenas de milhões de vidas inocentes, que, por ironia do destino, eram de trabalhadores.

Karl Marx uma vez disse que a História se repete, e Soros é a réplica dos homens que fizeram o levante de Petrogrado. Como até Lênin tinha mais de um banqueiro, o senhor húngaro tem companheiros na dinastia americana - aquela, composta por magnatas do petróleo, que em meados de março perdeu um filho bilionário que atendia pelo nome de David - e nas famílias europeias ligadas aos clubes globalistas (entre elas, naturalmente, a do "escudo vermelho"). Esses são os "Ulyanov", "Sverdlóv" e "Dzerzhinsky" do nosso tempo. O único termo que dá conta de descrever o fenômeno é "metacapitalismo": os revolucionários são burgueses que querem o monopólio do poder militar, do poder industrial e do controle sobre cada mínimo aspecto da vida humana, através da expansão infinita da influência do Estado. São os monopolistas por excelência, são a epítome da ganância e da libido dominandi. Qualquer crença nesses homens é certeza de desastre: não é posível criar, como diz a internacional, um "mundo sem senhores" levando ao trono os mais brutais, cínicos e mentirosos dos poderosos. Se ainda há dúvidas a respeito do futuro em uma vida sob o comando dos movimentos patrocinados por estes cavalheiros, basta mostrar que, na visão do mais famoso dos metacapitalistas, a China é o Estado que deve "dar as cartas" no "Novo Mundo". Como se não fosse o suficiente, o mesmo confessou, em entrevista à CBS, ter sido um colaborador do regime nazista, e ter considerado o ano da invasão alemã "o ano mais feliz" de sua vida.

O socialismo é o culto ao fracasso e o grito enfurecido dos incompetentes que se imaginam com inteligência e poder o bastante para controlar cada aspecto da vida dos vizinhos. É a sentença de morte da inteligência, porque nega um dado básico da realidade: a limmitação humana. Não importa o quanto a pessoa diga a si mesma que "é Deus" - no fim do dia, todos os projetos terão fim, todos os sonhos morrerão e toda a riqueza irá se desfazer em pó. Apenas as coisas que os revolucionários mais odeiam continuarão a existir, e elas são precisamente as que a militância histérica afirma "não haver". Até que o dia derradeiro chegue, os "iluminados" continuarão a pregar o advento da "sociedade do futuro" e o paraíso na terra. Traídos por sua ganância, serão jogados sob as botas e sangrarão gemendo debaixo do punho de ferro de burgueses ainda mais cruéis e homicidas que os do dia anterior - e os novos burgueses chamarão a si mesmos de "Partido".

Mais sobre o tema - Paul Joseph Watson denuncia financiamento do mais conhecido metacapitalista a militantes de extrema-esquerda nos Estados Unidos:

segunda-feira, 23 de maio de 2016

A bajulação a Obama e o socialismo que não ousa dizer seu próprio nome

Assistir aos canais da televisão brasileira é uma experiência enfadonha e muito previsível - quando o tema é "política internacional", esperar qualquer coisa diferente do "lustrar as botas" compulsivo do Partido Democrata, por parte de nossos ilustres jornalistas, é nada menos do que a mais insana utopia. É impossível. Não acontecerá. Está "fora do lugar" - a palavra de ordem é a adulação assustada e desesperada pela aprovação dos colegas de profissão. Como a mídia nacional conseguiu criar tal clima de culto à personalidade, mais enfático e com menos impulso para a crítica do que Stalin viu sob o seu reino de terror, é algo relativamente simples de entender: Obama faz nos Estados Unidos o que a esquerda tupiniquim chorou e sangrou para fazer aqui, ao longo de cinco décadas. Atacar Obama seria como elogiar o regime militar; algo como lançar documentários denunciando a brutalidade selvagem de Getúlio Vargas ou cometer o pecado mortal de elogiar a monarquia, aquele sistema que deu ao país os seus melhores estadistas e que, perto do mar de podridão do socialismo petista, fica muito próximo da "Cidade do Sol". Obama é a sombra do jornalismo brasileiro; é o eco da burrice esquerdista nas planícies da América. É Luíz Inácio Lula da Silva falando com sotaque forçado e falso como uma nota de trinta reais. 

A imprensa teria muito o que criticar sobre Barack Obama - a operação "fast and furious" é uma piada, se comparada ao que o presidente dos EUA está fazendo a respeito dos direitos humanos, em países que podem ser colocados entre os piores inimigos que a América - se não a liberdade, o bom-senso e toda a humanidade - já viu. Obama faz por Cuba o que nem Brezhnev fez. O homem é a versão anglo-saxônica de Efialtes, e está entregando as cabeças de seus concidadãos sem misericórdia ou apego a qualquer um dos valores defendidos pela Revolução Americana. Como em um pesadelo transmutado em realidade, o líder máximo dos Estados Unidos da América está financiando regimes comunistas atraves da abertura comercial, de crédito (como, aliás, governos anteriores fizeram em escala mais discreta com a própria União Soviética e até mesmo com a Coreia do Norte) e inclusive de facilitação de comércio de armas, como no caso do Vietnã. O comandante-em-chefe já teria encontrado seu fim em um pelotão de fuzilamento, se o país estivesse nos tempos da Segunda Guerra, por alta traição. Como é possível que o povo americano tolere uma deformação como Obama, só Deus sabe - quanto à adoração dos jornalistas brasileiros, a resposta é óbvia. Destruir os Estados Unidos é aquilo que os imbecis da imprensa passam anos vendo como o sonho dourado da raça humana nos cursos de jornalismo. Destruir o "capitalismo imperialista" e substituí-lo pelo imperialismo marxista - aquele, que em 1968 pisou no crânio do "socialismo com face humana" - que é tão mais benevolente. Obama é a pessoa que qualquer universitário viciado escolheria para o cargo mais importante do governo dos EUA, porque é uma farsa e uma ameaça à soberania de sua própria nação.

É evidente que quase estimular o renascimento do comunismo internacional não é tudo: Obama leva a degeneração moral e a loucura ideológica a patamares "nunca antes vistos na História daquele país". Dizer que Obama é Lula não é piada: é a tragédia que se abateu sobre o Ocidente em outro capítulo, redigido em inglês. Quando o governo petista tentou aprovar o "kit gay", a sociedade brasileira entrou em um ataque de fúria - Obama conseguiu, com o imenso apoio logístico dos "gramscistas" americano, levar ao debate público a insanidade sem fim dos "banheiros unissex". É verdadeiramente desesperador assistir à queda da nação de George Washington: o país que viu seus filhos lutarem e morrerem pela liberdade agora se contorce para vomitar uma medida que irá perverter para sempre todo o senso de normalidade, até mesmo nos locais de ensino das crianças pequenas. Os founding fathers criariam um novo "1776" se estivessem vivos, e jogariam na lata de lixo da História a doença totaitária que alega defender a "diversidade". Como Lula, Obama é uma matrioshka de crimes infindáveis, e os banheiros unissex não seriam nada sem as campanhas contra o "bullying" contra o tabagismo, pela implantação dos casamentos "sex-lib" forçados a clérigos militares ou mesmo pela reforma dos hábitos alimentares da população americana, com o apoio de sua "esposa" - afinal, dizem que o sujeito não joga no time convencional. Se Patton ouvisse dizer que um presidente tentou forçar um rabino a conduzir um "casamento" como os dos "colegas" do democrata, a resposta seria uma bala de .45 no crânio do chefe do Executivo. Infelizmente, a revolução cultural conseguiu fazer secar a fonte da hombridade americana, e o que resta é o vexame demoníaco ou o circo da política dos EUA contemporâneos. Com uma lista de realizações tão notável, como a classe jornalística brasileira não amaria Obama?

Em um raro caso onde brasileiros não são movidos pela inveja, os jornalistas da nação latina descobriram alguém que são capazes de realizar por suas "realizações". Todo o fenômeno diz muito sobre a índole dos periodistas daqui, por sinal - são pessoas degeneradas, violentas e dispostas a estimular ou louvar os mais perversos crimes, em nome da ideologia totalitária. Cada um dos delitos do vigarista que comanda o que foi a maior nação da Terra é algo que a esquerda sonha em fazer aqui, ou superar em proporções da destruição. Na ânsia de "destruir o passado", "jogar por terra prisões e igrejas", os intellectuals podem ir longe, e Obama encarna o potencial devastador do socialismo "discreto". O democrata é a criação mais eficaz de George Soros, é o filho favorito da ONU e conseguiu fazer para Cuba aquilo que toda a militância bolchevique brasileira tentou, por meio século, sem sucesso. Todo marxista sabe, e jamais confessará: Obama é um deles, e está seguindo com maestria a trilha para o desastre, com passos leves e pausados.

Em vídeo - Olavo de Carvalho discute a cobertura da mídia sobre Barack Obama

quinta-feira, 19 de maio de 2016

O problema chamado PSDB

Discutir a possibilidade de ver uma direita representada pelo PSDB chega a ser uma piada - o nome do partido denuncia precisamente o que a sigla é. Como o partido de Lênin, é uma criação de intelectuais marxistas - entre eles, o senhor Fernando Henrique Cardoso, que, como o público inteiro sabe, é o maior portador nacional do fabianismo. Qualquer entusiasmo passageiro com a agremiação é uma armadilha e um convite para a decepção certa: é uma pena ver discursos de José Serra contra  - discretamente, é óbvio - o Foro de São Paulo, porque essas frases não pertencem a ele e roubam a atenção de figuras que querem dizer a verdade inteira e sem medo de ferir a sensibilidades de aliados. Entre os que têm muito mais a dizer estão Paulo Eduardo Martins, que é, verdadeiramente, um conservador e um inimigo do bolchevismo - qualquer passo das raposas velhas do partido em direção a uma postura mais crítica contra a "pátria grande" é apenas desinformação. O leitor pode se perguntar quais razões fazem do PSDB um partido tão ruim, um problema tão sério - a resposta é simples: o partido quer ser apenas mais um dos caminhos possíveis para "o comunismo", a "sociedade sem classes" ou outra das infames promessas irrealizáveis do movimento revolucionário. E este caminho, como apresentado por luminares do socialismo brasileiro, está pavimentado com legalização de drogas, assassinato - através da eutanásia ou do aborto - e outras das maravilhas pregadas cotidianamente pelo flagelo da humanidade.

George Soros tem um sósia no Brasil, e este homem é o nosso ex-presidente tucano. Tudo o que "a corporação" ordena é visto como mandamento divino pelo cacique máximo do socialismo científico "suave" do país. Como seria possível ver aliados em tipos como o antigo chefe do executivo? Sem ele, não haveria MST - os "assentamentos" em grande volume só tiveram início na década de 1990, com a bênção do tucanato. As primeiras regras para o desarmamento da população civil - incluindo a proibição do porte por pessoas que não sejam ligadas às forças armadas, às polícias ou ao judiciário - também foram forçadas goela abaixo do povo através da vontade de FHC. O mesmo cidadão, hoje em dia, vive para defender a legalização das principais fontes de sustentação financeira da maior força revolucionária que a América Latina já viu - as FARC. Não apenas isso: Fernando Henrique Cardoso, conforme já afirmou Olavo de Carvalho, foi um dos mentores do Foro de São Paulo, e só não ligou seu partido à "coordenação estratégica dos movimentos de esquerda da América do Sul" por medo de "prejudicar seu marketing" - afinal, Kerensky pode ser socialista, mas não quer se propagandear como um Lenin. O PSDB é uma armadilha e um desastre esperando para acontecer - a única solução para os riscos que esse partido oferece é a infiltração e a destruição da sigla por dentro, com a tomada de postos-chave por conservadores que estejam dispostos a apostar suas carreiras em esforços de "desmonte" da militância subversiva lá existente. Há quem esteja fazendo excelente trabalho dentro do partido, mas o que foi conseguido, até o momento, está longe de ser a vitória derradeira.

Por sorte, a população entende que o PSDB é uma sombra do inimigo. Nas manifestações, os líderes da organização foram expulsos e humilhados - tratamento que é apenas aquilo que eles merecem. Um partido de covardes vendidos, de pessoas que se recusaram a atacar os maiores inimigos do Brasil e a falarem a respeito dos verdadeiros problemas pelos quais a nação passou, não é digno qualquer respeito. Os chefes da sigla jamais falaram uma palavra a respeito da fraude eleitoral de 2014 - através dessa postura estratégica, demonstraram que estão dispostos a entregar a liberdade e a vontade soberana dos brasileiros, em troca de migalhas e de aparências. Os mesmos líderes nunca - repito, nunca - fizeram um comentário a respeito da maior organização criminosa da América Latina, o Foro de São Paulo. Como seria possível ver algum resquício de pensamento conservador em um grupo de oportunistas que não ataca a maior ameaça à civilização de seu continente, que até mesmo se recusa a "mencionar o nome da fera", até mesmo diante do colapso econômico e social ocasionado por essa mesma ameaça? A postura de Aécio Neves diante da derrota no pleito dá todas as respostas de que o povo precisa a respeito da natureza de sua agremiação: os social-democratas fazem parte do problema.

Olavo de Carvalho uma vez disse que "deve-se votar até mesmo no diabo para impedir que o PT se mantenha no poder". É verdade: é por isso que a maior parte do movimento conservador votou no PSDB. É uma decisão justificada e absolutamente necessária - a monarquia russa defendeu Kerensky porque sabia exatamente aonde a estória terminaria, sob o punho de ferro do partido leninista. Entre viver à beira do paredão de fuzilamento, tratado como animal nas profundezas do GULAG ou viver em um país governado por picaretas simpáticos a vícios pouco dignos, é evidente que a última opção ainda é melhor. Contra tiros, não há argumentos - contra políticos degenerados e pusilânimes, basta empregar, sem moderação, a verdade. O totalitarismo só pode ser derrubado com armas, como foi feito com Ceausescu. O fabianismo pode ser denunciado, humilhado e extirpado com a pena de mestres como o que criou a contra-revolução brasileira. A social-democracia deve ser usada como aríete eleitoral: uma vez derrotados os inimigos mais letais, deve ser descartada ou arruinada, a partir de seus próprios quadros. Por sorte, a maioria deles não possui preparo intelectual ou fibra moral o suficiente para a guerra - os conservadores, por sorte, estão redescobrindo a força da normalidade. Deus permite que os maus se destruam na sujeira que lançam contra o Criador, e dá aos ascéticos e perseverantes a vitória sobre as adversidades. Kerensky era fraco demais para os assassinos do partido bolchevique - apesar de maus, eram disciplinados. O Czar não contava com tropas disciplinadas para fazer frente a seus inimigos. No Brasil, fabianos e bolchevistas se permitiram dissolver na imundície - não restará qualquer coisa da esquerda, se o país tiver sorte. O PSDB deve ser - e está sendo - usado. Uma vez conquistado o máximo de espaço possível, a sigla deve ser jogada no esquecimento político - sem dúvidas, os líderes do partido deram o máximo de si para receberem essa resposta.

Em vídeo - Olavo de Carvalho discute a funçao do PSDB na estratégia marxista:


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

A guerra, quando ela convém.

De tempos em tempos, a esquerda gosta de se intitular "pacifista". "Trabalhadores do mundo: uni-vos": argumentam os discípulos de Marx, de Lenin e  de Saul Alinsky que o socialismo é "internacionalista", que a guerra não é compatível com os elevadíssimos ideais progressistas. Até o momento em que a "guerra revolucionária" se torna necessária.

Pouco antes da primeira guerra, toda a esquerda européia defendeu a conflagração. Era "a última guerra", que desencadearia o colapso do sistema capitalista. É claro, o capitalismo não caiu. Pouco tempo depois, a esquerda começou a espernear contra a mesma corrente que ela havia apoiado: cai o czar, surgem revoluções comunistas (fracassadas, para variar) na Hungria e na Alemanha contra (pasmem!) o "militarismo capitalista". "Acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é", pregava o Camarada Lenin.

Stalin armou e treinou a máquina de guerra nacional-socialista; antes que Hitler fosse gente, financiou o partido nazista, conforme o relato do oficial da inteligência militar soviética Viktor Suvorov (em O Grande Culpado: o plano de Stalin para iniciar a segunda guerra). Tão logo o conflito teve início, esta mesma esquerda começou a gritar contra "a vil agressão imperialista". Imperialismo, evidentemente, sempre foi e sempre será o que fizeram as forças unidas do socialismo racista e do socialismo marxista. Mas o amor pela guerra não é exclusividade de Stalin.

Milosevic (da Liga dos Comunistas da Iugoslávia), os membros partido socialista árabe Baath (Saddam, por exemplo), Mao (contra o Tibet), Kim Il-Sung (que iniciou a guerra da Coréia), Ho Chi Mihn (que invadiu o Vietnã do Sul), Castro (que financiou e enviou tropas para as guerras de Angola e Moçambique) e mais recentemente, François Hollande, em nome dos mais belos ideiais humanitários defendidos pela irmandade muçulmana. Ah, é claro, o partido democrata - que tanto esperneou contra a guerra no Iraque, contra... um sujeito que usou armas químicas sobre a população curda - também está na lista.

Dizer que a mentira é a essência da esquerda é um eufemismo. A esquerda é a encarnação última e perfeita da destruição, do genocídio, da fome, do totalitarismo, da selvageria, do Gulag, dos paredões de fuzilamento, das covas coletivas e da mentira. Esta verdade não é menos óbvia hoje do que foi nos tempos de Stalin. O mesmo Hollande, que é membro do partido socialista francês, tão orgulhoso de seu inexistente pacifismo, chora desesperadamente pela oportunidade de dar dinheiro ao Islã político. Obama, o anticristo, que tanto falou na bela causa da paz, já se manteve até o máximo de suas forças na ocupação do Afeganistão e do Iraque, fez a guerra contra a Líbia e agora pressiona o congresso por uma guerra na Síria. Essa gente não têm um pingo de decência? Pol Pot et caterva provam que não. Isto é a esquerda.


sábado, 29 de setembro de 2012

Vivendo nas fronteiras de nossa Roma - a ONU

O Brasil sempre foi o último país a adotar as tendências políticas ocidentais, mas sempre o fez - quando o fez - com muito mais força que nossos países vizinhos. O fascismo de Vargas provoca suspiros em muitos esquerdistas, até os dias de hoje. Surgiu na década de 30, dez anos após o flagelo original do confesso admirador de Stalin, Benito Mussolini. O comunismo cubano só tomou o Brasil pelas mãos do Castrista-FARCista Lula quase meio século após seu surgimento. Com o abortismo e o gayzismo não há nada de diferente.

O servilismo da dita classe pensante nacional é vergonhoso. Repetindo a fórmula, dez anos após praticamente a tomada hegemônica do poder por estas tendências em quase toda a Europa e Américas, as duas correntes políticas se tornaram efetivamente a ordem do dia no Brasil - com o novo código penal, estão para se tornar a letra da lei. Os difusores da ditadura assassina de bebês e anti-família tomam ares afetados de "pensadores independentes", mas insistem em pregar rigorosamente as mesmas palavras de fundações internacionais semi-onipotentes como se fossem as leis da física mais evidentes. Curiosamente, apesar de muitos membros da "intelectualidade" brasileira se denominarem comunistas ou anti-capitalistas, estes mesmos indivíduos tiram rigorosamente todas as suas idéias das organizações capitalistas mais poderosas de que se tem notícia: grupos como a Fundação Soros, a Fundação Rockefeller e a Fundação Ford.

Obviamente, os esquerdistas aos quais me refiro - boa parte deles composta de bon vivants da Zona Sul e demais áreas ricas da nação, pessoas que naturalmente nunca recebem menos de 4.000 reais por mês ou de famílias em situação confortável e que idolatram comunistas "chic" como o senhor Chico Buarque, o castrista que não faz shows por menos de 120.000 reais -, estes detestariam saber, ou fingem não saber, que é diretamente George Soros quem determina sua agenda política. Também é este mesmo indivíduo o responsável por um dos mais vultosos financiamentos para partidos políticos esquerdistas, abortistas e congêneres. Esse é o atual estado de coisas no Brasil: a imbecilidade coletiva financiada pelo que ela mesma acredita ou diz ser seu maior inimigo. Mas Soros, bem como os outros "filantropos" multimilionários, são apenas uma parte do problema.

Para a instituição de seu poder global por meio da trapaça e da picaretagem, esse conjunto de organizações metacapitalistas - capitalistas que se valem de alianças com governos supostamente esquerdistas para aumentar sua influência - precisa necessariamente estabelecer uma instituição supra-nacional capaz de coagir países inteiros direta ou indiretamente, por exemplo, através de convenções internacionais que têm força de lei. E essa instituição é o que deveria ser uma organização voltada para proteger a independência e soberania de cada nação: a ONU. Hoje, tudo o que faz a Organização é apoiar e estimular o  lobby abortista, gayzista, ecologista-psicopata e companhia. Ainda que em muitos casos, como no brasileiro, praticamente toda a população é contra essa espécie de iniciativa.

Apoiar iniciativas autoritárias não é novidade na Organização das Nações Unidas. Antes de ser instituída, ela foi idealizada por pensadores socialistas (entre membros de outras correntes), dos quais podemos nomear H.G. Wells, que sempre foi entusiasta de regimes socialistas e amigo pessoal de Josef Stalin. A ONU tem em sua lista de realizações a defesa do regime do Khmer Vermelho, responsável pelo genocídio de ao menos um milhão de camponeses pobres. Não contente com a tomada de partido pelo comunismo de Pol Pot, a instituição condenou o julgamento dos membros do governo assassino, que está sendo promovido pelo governo do Camboja.

Neste momento, ao contrário do passado, o Brasil não é apenas "vítima" de correntes de pensamento mais ou menos influentes: é parte da tentativa de estabelecimento da hegemonia metacapitalista-esquerdista pró-aborto e contra a civilização judaico-cristã. É, de fato, a periferia do império conquistado à base de subornos e lobbies hipócritas das grandes fundações. Ao mesmo tempo, o país exibe com orgulho um dos governos mais autoritários e contrários à vontade de seu próprio povo: um Estado capaz de passar na calada da noite um código penal que é frontalmente contra todos os valores de sua civilização. Se o império da ONU e dos capitalistas esquerdófilos diz que é necessário assassinar bebês de nove meses, o capacho chamado Brasil obedece. Estamos prestes a testemunhar a legalização do aborto em TODOS os meses da gravidez (como se o assassinato de uma criança inocente, em qualquer mês da gestação fosse um gesto de nobreza ofuscante). Se o império diz que "casamento" é a união entre qualquer grupo de indivíduos para o sexo, o capacho obedece. A voz oficial da revolução cultural e da opinião das fundações, a Rede Globo, defende com garras e dentes o casamento gay, e agora, para surpresa do país, a poligamia.

A instrumentalização dos gays para os fins escusos dos comunistas é quase uma piada. Um grupo que faz cinqüenta anos era assassinado pelos esquerdistas como "portador de um vil vício burguês" agora é defendido como se fizesse desde sempre parte do núcleo dos protegidos dos revolucionários. Para piorar: a política imperial dita que negar a definição da ONU para casamento é ser "homofóbico". Ora, um país onde a maioria esmagadora da população é contra a deformação da definição histórica de casamento precisa ser, necessariamente, homofóbico, ainda que a realidade negue categoricamente essa hipótese: o próprio Grupo Gay da Bahia já confessou que a maioria dos homicídios contra gays é cometida por garotos de programa gays, e o número total de ataques contra a vida dessas pessoas não passa de duas centenas por ano, em um país de 50.000 homicídios por ano. Os fatos ditam que, ao contrário, o Brasil é "heterofóbico". Mas, para a esquerda, a verdade não tem qualquer valor.

E assim seguimos vivendo na periferia de nosso império, com um partido-cônsul dos mais severos. Ainda que as últimas ordens de César tenham demorado uma ou duas décadas para chegar através das estradas precárias de nossa província, a elite palaciana já curvou sua cabeça. O consolo dos que estão contra o punho de ferro da ONU é que, como todos os impérios anteriores, Roma caiu. Como ela fez, este fará, mais cedo ou mais tarde.




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